É assim que me sinto! Consumido pelo atrito entre o “ser” e o “ter”. Sinto-me como uma pastilha desgastada, que está na eminência de danificar o disco de freio do carro que me carrega. Preciso parar de ser desgastado pela própria vida e pela ação de um sistema dominante que escraviza o meu “ser”, caso contrário, me tornarei instrumento de desgaste na vida dos outros.
Já não tenho estômago para suportar o gosto amargo da incoerência que permeia o mundo ao meu redor; que machuca minha consciência e agride minhas convicções. Vivo a agonia do “deixar tudo” para “ser tudo o que devo ser”; de reencontrar o que sempre busquei e que no decorrer do tempo fui perdendo.
Sinto-me incomodado e tenso diante do que deve ser feito, do caminho a ser seguido e da decisão a ser tomada. Sou engodado pela circunstância e pela comodidade, e isso depõe contra mim mesmo. Angustio-me diante da minha vulnerabilidade e incapacidade de seguir a estrada que produz em mim leveza e liberdade.
Percorro com os olhos à procura de cantos obscuros, com o fim de evitar o confronto comigo mesmo e com esta vida que me seduziu e me cercou de forma traiçoeira. Acabei me deixando levar por uma estrada de uma única via, e que só tem um ponto final: A insatisfação. Estou no final desta estrada; preciso retornar.
Minha ânsia é pela liberdade de viver a própria liberdade. Quero abandonar o que me aprisiona, quero afastar-me do que me anula e me sufoca. Enclausuro-me dentro de mim mesmo, e isso trava minha essência de ser, agrava a dor da minha alma e sufoca minha existência. Cada minuto que passa, luto para não perder a luminosidade de quem já foi iluminado e marcado pela Verdade.
Miserável homem que sou! Quem me livrará deste cativeiro? O que me sustenta é a certeza de que a Providência já providenciou minha libertação de tudo isso. Perdi o apetite, mas não perdi a esperança. Para Aquele que controla tudo, o desfecho de minha história está em suas mãos. O que vai ser não sei. Só sei de uma única coisa, preciso voltar a ser o que sempre fui antes de me encontrar nesse buraco negro.
O meu alento é a certeza de que não estou só, Ele está comigo. Só a presença dele é suficiente para me fazer caminhar no caminho de volta para o propósito que Ele tem para mim. Sei que chegará o dia em que deixarei de está desgastado e estarei pleno e inteiro diante Dele. Meu descanso é continuar ouvindo Ele me dizer: “A minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.
Jesus,o mestre da comunicação, ensinava conversando,no entanto,não conversava ensinando,porque sabia da importância de se comunicar de forma simples e natural."Conversanobre" tem como proposta,expor meus pensamentos, elucubrações e insights, oriundos de conversas minhas,com Deus,comigo mesmo,com pessoas e com o mundo ao meu redor.Conversar é ato nobre de compartilhar sonhos,histórias e vida.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Rastro de uma vida
Fui o que muitos já foram...
Um idealizador de projetos insólitos;
Um sonhador de sonhos inusitados;
Um neófito prenhe da inocência e da imaturidade;
Uma promessa de um futuro incerto.
No berço da família, fui...
A realidade de quem sonhou o que não sonhei;
Referencial dos filhos de pai ausente;
Exemplo na perseguição da conquista;
Escape para salvação dos que creram depois.
No aprendizado da vida, fui...
Marinheiro de primeira viagem;
Escora de quem chegou primeiro;
Calo no pé de quem estava na vez;
Dublê dos que não sabiam fazer;
Salvação dos que não conseguiam ser.
Quando deixei pai e mãe, me tornei...
Amado da minha amada;
Referencial dos filhos que sonhei;
Guardião da família abençoada;
Sacerdote do grande Rei.
Do caminhar no Caminho...
De perdido fui achado;
De bastardo fui feito legítimo;
De escravo tornei-me livre;
De livre tornei-me servo;
De servo tornei-me filho por meio do Filho.
No decorrer do tempo...
De menino cheguei a ser homem;
De principiante tornei-me experiente;
De obscuro passei a ser conhecido;
De vulnerável tornei-me resistente.
Hoje, sou o que sou.
O que fui, fui; o que sou, sou; o que serei..., é o que desejo ser:
Semelhante a Jesus.
Um idealizador de projetos insólitos;
Um sonhador de sonhos inusitados;
Um neófito prenhe da inocência e da imaturidade;
Uma promessa de um futuro incerto.
No berço da família, fui...
A realidade de quem sonhou o que não sonhei;
Referencial dos filhos de pai ausente;
Exemplo na perseguição da conquista;
Escape para salvação dos que creram depois.
No aprendizado da vida, fui...
Marinheiro de primeira viagem;
Escora de quem chegou primeiro;
Calo no pé de quem estava na vez;
Dublê dos que não sabiam fazer;
Salvação dos que não conseguiam ser.
Quando deixei pai e mãe, me tornei...
Amado da minha amada;
Referencial dos filhos que sonhei;
Guardião da família abençoada;
Sacerdote do grande Rei.
Do caminhar no Caminho...
De perdido fui achado;
De bastardo fui feito legítimo;
De escravo tornei-me livre;
De livre tornei-me servo;
De servo tornei-me filho por meio do Filho.
No decorrer do tempo...
De menino cheguei a ser homem;
De principiante tornei-me experiente;
De obscuro passei a ser conhecido;
De vulnerável tornei-me resistente.
Hoje, sou o que sou.
O que fui, fui; o que sou, sou; o que serei..., é o que desejo ser:
Semelhante a Jesus.
domingo, 12 de julho de 2009
FORMAS E FÔRMAS
Nasceram parecidas, mas não são gêmeas; são parônimas. Apresentam grafia e pronúncia parecidas, no entanto, tem significados diferentes.
No projeto da criação e da criatura, formas e fôrmas são marcas registradas do Criador. Ele deu forma à terra, que depois ficou deformada e vazia. Fez a criatura nascer disforme, já que o feto na fôrma com o tempo é que vai criando forma. Este, depois de formado, de qualquer forma tem que sair da fôrma. Fora da fôrma passa a viver de diversas formas. No decorrer do tempo, acontece o inverso, ele vai perdendo a forma até ser colocado em outra fôrma. Sem vida somos colocados na fôrma para perder a forma. No final, a forma e a fôrma se deformam.
A fôrma expressa uma forma de ser, por isso é estática. A forma expressa um modo de fazer, por isso é dinâmica. Existem diversos tipos de fôrmas; existem diversas formas, de ser, fazer e viver. A fôrma tem forma, então podemos dizer que, a forma define a fôrma. Tem fôrmas pra tudo; tem formas de tudo. A forma diversifica a fôrma, por isso tem fôrmas de diversas formas, no entanto, a fôrma uma vez estabelecida limita a forma. A fôrma engessa, formata, padroniza, e no decorrer do tempo, cauteriza e institucionaliza a forma. Daí podermos afirmar que tanto a forma como a fôrma podem se dissolverem ou se eternizarem, no curso da história.
As formas expressam diversidades, porque é possível se fazer a mesma coisa de diversas formas. Há quem de diversas formas vive; há quem só vive de uma forma, e acaba preso na fôrma. Há quem se forma, se conforma e se deforma. Há ainda quem gosta da fôrma, vive na fôrma e morre na fôrma. Só entra na fôrma quem se conforma; uma vez conformado, pra sair da fôrma só há uma forma, quando a fôrma se deforma.
Chega! Já estou farto desta salada que é feita de uma só forma; a forma da fôrma. Não dá mais pra engolir esta mistura, enjoei de comer da fôrma que me deixou fora de forma. Quero a forma que me reforma me transforma e me renova. Quero o formato da primeira fôrma, aquela que foi feita pelas mãos do Grande oleiro, que tem as medidas exatas da minha verdadeira forma: A forma de Cristo.
Deus olhou para mim e me viu disforme, então por meio de Cristo me deu uma nova forma. Com o passar do tempo fui perdendo a forma e me enquadrando na fôrma de um cristianismo que não tem a forma de Cristo. Pela graça e misericórdia Daquele que me deu forma, fui liberto da fôrma que estava me deformando. Agora, só sei de uma coisa: “Nele sou cada dia transformado, para chegar à forma e semelhança Dele mesmo”.
No projeto da criação e da criatura, formas e fôrmas são marcas registradas do Criador. Ele deu forma à terra, que depois ficou deformada e vazia. Fez a criatura nascer disforme, já que o feto na fôrma com o tempo é que vai criando forma. Este, depois de formado, de qualquer forma tem que sair da fôrma. Fora da fôrma passa a viver de diversas formas. No decorrer do tempo, acontece o inverso, ele vai perdendo a forma até ser colocado em outra fôrma. Sem vida somos colocados na fôrma para perder a forma. No final, a forma e a fôrma se deformam.
A fôrma expressa uma forma de ser, por isso é estática. A forma expressa um modo de fazer, por isso é dinâmica. Existem diversos tipos de fôrmas; existem diversas formas, de ser, fazer e viver. A fôrma tem forma, então podemos dizer que, a forma define a fôrma. Tem fôrmas pra tudo; tem formas de tudo. A forma diversifica a fôrma, por isso tem fôrmas de diversas formas, no entanto, a fôrma uma vez estabelecida limita a forma. A fôrma engessa, formata, padroniza, e no decorrer do tempo, cauteriza e institucionaliza a forma. Daí podermos afirmar que tanto a forma como a fôrma podem se dissolverem ou se eternizarem, no curso da história.
As formas expressam diversidades, porque é possível se fazer a mesma coisa de diversas formas. Há quem de diversas formas vive; há quem só vive de uma forma, e acaba preso na fôrma. Há quem se forma, se conforma e se deforma. Há ainda quem gosta da fôrma, vive na fôrma e morre na fôrma. Só entra na fôrma quem se conforma; uma vez conformado, pra sair da fôrma só há uma forma, quando a fôrma se deforma.
Chega! Já estou farto desta salada que é feita de uma só forma; a forma da fôrma. Não dá mais pra engolir esta mistura, enjoei de comer da fôrma que me deixou fora de forma. Quero a forma que me reforma me transforma e me renova. Quero o formato da primeira fôrma, aquela que foi feita pelas mãos do Grande oleiro, que tem as medidas exatas da minha verdadeira forma: A forma de Cristo.
Deus olhou para mim e me viu disforme, então por meio de Cristo me deu uma nova forma. Com o passar do tempo fui perdendo a forma e me enquadrando na fôrma de um cristianismo que não tem a forma de Cristo. Pela graça e misericórdia Daquele que me deu forma, fui liberto da fôrma que estava me deformando. Agora, só sei de uma coisa: “Nele sou cada dia transformado, para chegar à forma e semelhança Dele mesmo”.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
A IMPORTÂNCIA DO NOME
Na vida poucas coisas são mais importantes que o Nome. Até Deus se autodenominou: No Velho Testamento é o Eu Sou, no Novo Testamento é Jesus Cristo, e depois do dia de Pentecoste é o Espírito Santo.
O Nome é tão importante, que está inserido em um dos dez mandamentos de Deus.
No decorrer dos tempos, nomear passou a ser motivo de estudo, daí surgiu a Onomástica e a Antroponímia, que trata do estudo dos nomes próprios e de pessoas.
O primeiro trabalho executado por Adão foi dar nome aos “bois”, e acho que não foi fácil. Tudo o que Deus criou tem nome, por isso podemos até dizer que, nesta vida tem nome pra tudo.
Bastou nascer, tem que registrar o nome; cresceu, tem que ter Identidade; morreu, tem que colocar o nome na lápide. Quando não se acha nome, se coloca qualquer nome; só não pode é ficar sem nome. Basta observar que até o espaço vazio dentro de uma lata tem nome: Filho, o que tem dentro da lata? “Nadinha”, mamãe.
Conheci um cachorro, cujo nome era Xô vê. “Xô vê” é redundância nordestina de “Deixa eu vê”. A família se reuniu para colocar o nome do animal. Quando alguém sugeria um nome, o outro dizia: Não gostei, xô vê outro. A coisa ficou tão difícil de dar nome, que acabaram chamando o coitado de Xô vê. A primeira vez que ouvi, pensei que era “chover” de chuva, mas me enganei.
O nome é fator determinante na vida de uma pessoa, e até mesmo de uma empresa, loja, repartição, cidade, estado e nação.
O nome pode aproximar ou afastar, porque fazemos relação do nome com aquilo que ele reflete; o nome pode gerar respeito, admiração e até gozação. Colocar nome de cantor, jogador e artista, nos filhos, se tornou epidemia no país. Na minha cidade, que é uma ilha, conheço muitas pessoas com nome de “João”, “Pedro” e “Paulo”, mas não conheço nenhum “Judas”, “Osama Bi Laden” ou “Saddan Russein”; de nome, é claro.
O nome pode também prejudicar. Tem gente que deve Deus e o mundo por causa do nome, ou seja, o que vale é andar com a marca, com a griffe, isso é mais importante do que ficar endividado ou com a reputação pessoal comprometida.
Tem gente que até morre por causa do nome, porque não importa quais conseqüências refrigerantes, uísque ou cigarros geram, mas se a marca está na mídia, isso é o que importa, “a vida é minha...”.
Brincar com o nome não é o problema, porque tem até apelido que passou a ser registrado como nome; o problema é com qual nome estamos brincando. Aqui no Brasil, “doido” é quem brinca com o nome de quem tem o poder de apagar o nome.
No mundo há um Nome que é muito usado. Usado de muitas formas; com jeito, sem jeito e de qualquer jeito. Um nome que é adorado e rejeitado, reverenciado e negociado. Esse nome é o Nome que está acima de todo nome: JESUS CRISTO!
Infelizmente muitos têm usado o nome de Cristo de forma vulgar e irresponsável, porque não vivem os padrões que este nome exige; ignoram o terceiro mandamento: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”.
Não tomar o nome de Deus em vão, não diz respeito somente à maneira, o modo, de falar. Está acima disso. Trata-se de uma relação de aliança e compromisso de viver em função d’Aquele que tem esse Nome, de defender e guardar a imagem que esse Nome reflete. É como o casamento de um homem com uma mulher, onde a mulher assume o nome do esposo.
Confeccionam-se adesivos com esse Nome e afixam nos automóveis, como se o nome em si, fosse mágico. Esquecemos que as letras J-E-S-U-S por si só são apenas letras e nada mais. Jesus ensinou isso dizendo: “Nem todo que me diz Senhor, Senhor, herdará o reino dos céus”. O apóstolo Paulo afirmou que a letra sem o Espírito é morta e mata. Admira-se o Nome, mas não se encarna a essência, a vida, que este Nome carrega.
Aquele que tem o Nome que é maior que todos os nomes, têm poder de mudar tanto a vida como o próprio nome de uma pessoa. Abrão, Jacó e Simão, por causa do Nome, mudaram de vida e de nome.
Sem nome é complicado conviver; sem engrandecer o Nome é difícil viver.
Sem nome ficamos sem Identidade; sem o Nome que está acima de todo nome, perdemos nossa verdadeira identidade: Semelhantes a Jesus.
“Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu Nome,...”
O Nome é tão importante, que está inserido em um dos dez mandamentos de Deus.
No decorrer dos tempos, nomear passou a ser motivo de estudo, daí surgiu a Onomástica e a Antroponímia, que trata do estudo dos nomes próprios e de pessoas.
O primeiro trabalho executado por Adão foi dar nome aos “bois”, e acho que não foi fácil. Tudo o que Deus criou tem nome, por isso podemos até dizer que, nesta vida tem nome pra tudo.
Bastou nascer, tem que registrar o nome; cresceu, tem que ter Identidade; morreu, tem que colocar o nome na lápide. Quando não se acha nome, se coloca qualquer nome; só não pode é ficar sem nome. Basta observar que até o espaço vazio dentro de uma lata tem nome: Filho, o que tem dentro da lata? “Nadinha”, mamãe.
Conheci um cachorro, cujo nome era Xô vê. “Xô vê” é redundância nordestina de “Deixa eu vê”. A família se reuniu para colocar o nome do animal. Quando alguém sugeria um nome, o outro dizia: Não gostei, xô vê outro. A coisa ficou tão difícil de dar nome, que acabaram chamando o coitado de Xô vê. A primeira vez que ouvi, pensei que era “chover” de chuva, mas me enganei.
O nome é fator determinante na vida de uma pessoa, e até mesmo de uma empresa, loja, repartição, cidade, estado e nação.
O nome pode aproximar ou afastar, porque fazemos relação do nome com aquilo que ele reflete; o nome pode gerar respeito, admiração e até gozação. Colocar nome de cantor, jogador e artista, nos filhos, se tornou epidemia no país. Na minha cidade, que é uma ilha, conheço muitas pessoas com nome de “João”, “Pedro” e “Paulo”, mas não conheço nenhum “Judas”, “Osama Bi Laden” ou “Saddan Russein”; de nome, é claro.
O nome pode também prejudicar. Tem gente que deve Deus e o mundo por causa do nome, ou seja, o que vale é andar com a marca, com a griffe, isso é mais importante do que ficar endividado ou com a reputação pessoal comprometida.
Tem gente que até morre por causa do nome, porque não importa quais conseqüências refrigerantes, uísque ou cigarros geram, mas se a marca está na mídia, isso é o que importa, “a vida é minha...”.
Brincar com o nome não é o problema, porque tem até apelido que passou a ser registrado como nome; o problema é com qual nome estamos brincando. Aqui no Brasil, “doido” é quem brinca com o nome de quem tem o poder de apagar o nome.
No mundo há um Nome que é muito usado. Usado de muitas formas; com jeito, sem jeito e de qualquer jeito. Um nome que é adorado e rejeitado, reverenciado e negociado. Esse nome é o Nome que está acima de todo nome: JESUS CRISTO!
Infelizmente muitos têm usado o nome de Cristo de forma vulgar e irresponsável, porque não vivem os padrões que este nome exige; ignoram o terceiro mandamento: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”.
Não tomar o nome de Deus em vão, não diz respeito somente à maneira, o modo, de falar. Está acima disso. Trata-se de uma relação de aliança e compromisso de viver em função d’Aquele que tem esse Nome, de defender e guardar a imagem que esse Nome reflete. É como o casamento de um homem com uma mulher, onde a mulher assume o nome do esposo.
Confeccionam-se adesivos com esse Nome e afixam nos automóveis, como se o nome em si, fosse mágico. Esquecemos que as letras J-E-S-U-S por si só são apenas letras e nada mais. Jesus ensinou isso dizendo: “Nem todo que me diz Senhor, Senhor, herdará o reino dos céus”. O apóstolo Paulo afirmou que a letra sem o Espírito é morta e mata. Admira-se o Nome, mas não se encarna a essência, a vida, que este Nome carrega.
Aquele que tem o Nome que é maior que todos os nomes, têm poder de mudar tanto a vida como o próprio nome de uma pessoa. Abrão, Jacó e Simão, por causa do Nome, mudaram de vida e de nome.
Sem nome é complicado conviver; sem engrandecer o Nome é difícil viver.
Sem nome ficamos sem Identidade; sem o Nome que está acima de todo nome, perdemos nossa verdadeira identidade: Semelhantes a Jesus.
“Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu Nome,...”
sábado, 13 de junho de 2009
MEU SILÊNCIO
Os dois silêncios da vida me encantam; o externo e o interior. Sou amante do silêncio, porém detesto a solidão. Meu silêncio não é reflexo de nostalgia, de lembranças do passado, nem de sonhos do futuro. No silêncio vivo o presente com toda intensidade.
Meu silêncio é o meu desejo de simplesmente ser e sentir; é também meu espaço particular onde só pode ser habitado por mim e por Deus. No silêncio consigo me encontrar comigo mesmo.
É no silêncio que tenho sensibilidade para ouvir o gemido da alma e as batidas do coração; meus tímpanos são aguçados para ouvir, não apenas o que a boca fala, mas principalmente o que vem do íntimo. No silêncio aprendi a emprestar meus ouvidos para quem não tem com quem compartilhar sonhos e desabafar frustrações.
O silêncio faz calar a minh’alma, anular minhas justificativas, destruir meus questionamentos, e matar minhas precipitações. No silêncio ouço o que não é falado, o que não é dito, o que não é revelado, por voz humana.
Meu silêncio não torna minha consciência muda; não me faz calar diante da injustiça; não permite que minhas convicções sejam abaladas; nem me deixa ser moldado por conceitos e princípios ocos e ruidosos.
No silêncio minha visão vai além do horizonte, chega aonde ninguém consegue chegar, e me faz perceber a beleza escondida nas coisas simples da vida. É no silêncio que minha intuição é estimulada e minhas percepções afinadas.
No silêncio sou ao mesmo tempo, esvaziado e enchido, esfriado e aquecido, diminuído e expandido; posso parar e correr; chorar e sorrir; nascer, viver e morrer num só segundo. Em silêncio caminho no meio da multidão sem sair do meu estado de graça e paz interior.
É no silêncio que sou levado ao santíssimo lugar, onde posso está com Deus face a face. É quando consigo ouvir o sussurro do Pai dizendo: Aquieta-te, estou aqui. E depois de ouvir a Sua voz, em silêncio me deleito Nele.
Silêncio! Não faz zoada. Deus gosta do silêncio, também.
Meu silêncio é o meu desejo de simplesmente ser e sentir; é também meu espaço particular onde só pode ser habitado por mim e por Deus. No silêncio consigo me encontrar comigo mesmo.
É no silêncio que tenho sensibilidade para ouvir o gemido da alma e as batidas do coração; meus tímpanos são aguçados para ouvir, não apenas o que a boca fala, mas principalmente o que vem do íntimo. No silêncio aprendi a emprestar meus ouvidos para quem não tem com quem compartilhar sonhos e desabafar frustrações.
O silêncio faz calar a minh’alma, anular minhas justificativas, destruir meus questionamentos, e matar minhas precipitações. No silêncio ouço o que não é falado, o que não é dito, o que não é revelado, por voz humana.
Meu silêncio não torna minha consciência muda; não me faz calar diante da injustiça; não permite que minhas convicções sejam abaladas; nem me deixa ser moldado por conceitos e princípios ocos e ruidosos.
No silêncio minha visão vai além do horizonte, chega aonde ninguém consegue chegar, e me faz perceber a beleza escondida nas coisas simples da vida. É no silêncio que minha intuição é estimulada e minhas percepções afinadas.
No silêncio sou ao mesmo tempo, esvaziado e enchido, esfriado e aquecido, diminuído e expandido; posso parar e correr; chorar e sorrir; nascer, viver e morrer num só segundo. Em silêncio caminho no meio da multidão sem sair do meu estado de graça e paz interior.
É no silêncio que sou levado ao santíssimo lugar, onde posso está com Deus face a face. É quando consigo ouvir o sussurro do Pai dizendo: Aquieta-te, estou aqui. E depois de ouvir a Sua voz, em silêncio me deleito Nele.
Silêncio! Não faz zoada. Deus gosta do silêncio, também.
domingo, 31 de maio de 2009
LIVRE PARA SONHAR
Hoje foi um dia diferente. Aconteceu comigo o que Mário Quintana escreveu: “Sonhar é acordar-se para dentro.” Acordei sonhando.
Convido você para também sonhar; mesmo que seja lendo.
Já pensou se...
Tudo fosse diferente. Não só cantássemos: “Tudo é diferente, é tão diferente...”, mas tudo fosse realmente diferente...
Os veículos não tivessem donos, e sim, ficassem à disposição de quem realmente necessitasse...
Cada família fosse proprietária de apenas uma casa, de forma que tivesse casas para todos...
Os lucros fossem equacionados de forma justa, de tal maneira que todos fossem beneficiados...
A educação fosse possível a todos, e os professores fossem bem remunerados...
Os hospitais fossem bem equipados, e os enfermos fossem bem assistidos...
O chão não tivesse dono, e fosse ocupado conforme a necessidade real de cada família...
Algumas profissões e invenções fossem desnecessárias, tais como: Vigia; policial, guarda de trânsito, guarda florestal, milagreiro, curandeiro, etc.
Não existisse politicagem, e os governantes desenvolvessem a prática da verdadeira política...
As descriminações perdessem forças, e a prática do amor Supremo prevalecesse sobre a humanidade...
Os empregados não fossem escravos do trabalho, mas o ato de trabalhar fosse uma expressão de prazer e realização...
Entre os homens, o prazer de dar fosse maior do que o de receber, e o de servir maior do que ser servido...
Os templos não fossem vistos como os únicos lugares de adoração, e as pessoas fizessem de suas casas o principal local para cultuar a Deus...
O desejo de ter vida longa fosse companheiro do desejo de ter vida abundante, e a idolatria fosse substituída pela adoração ao único Deus verdadeiro...
Se todas estas coisas, e outras semelhantes, se tornassem realidades...
Aí sim, viveríamos com simplicidade e teríamos naturalmente uma qualidade de vida melhor.
Não é preciso nem falar. Eu sei. É um sonho. Uma ilusão. Um desejo. É o ideal. Mas sei também, que tudo é diferente quando se pensa e sonha. A pesar de está calejado na vida, eu ainda não deixei de pensar e nem de sonhar. Prefiro fazer minhas as palavras de Victor Hugo: “Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã.”
Convido você para também sonhar; mesmo que seja lendo.
Já pensou se...
Tudo fosse diferente. Não só cantássemos: “Tudo é diferente, é tão diferente...”, mas tudo fosse realmente diferente...
Os veículos não tivessem donos, e sim, ficassem à disposição de quem realmente necessitasse...
Cada família fosse proprietária de apenas uma casa, de forma que tivesse casas para todos...
Os lucros fossem equacionados de forma justa, de tal maneira que todos fossem beneficiados...
A educação fosse possível a todos, e os professores fossem bem remunerados...
Os hospitais fossem bem equipados, e os enfermos fossem bem assistidos...
O chão não tivesse dono, e fosse ocupado conforme a necessidade real de cada família...
Algumas profissões e invenções fossem desnecessárias, tais como: Vigia; policial, guarda de trânsito, guarda florestal, milagreiro, curandeiro, etc.
Não existisse politicagem, e os governantes desenvolvessem a prática da verdadeira política...
As descriminações perdessem forças, e a prática do amor Supremo prevalecesse sobre a humanidade...
Os empregados não fossem escravos do trabalho, mas o ato de trabalhar fosse uma expressão de prazer e realização...
Entre os homens, o prazer de dar fosse maior do que o de receber, e o de servir maior do que ser servido...
Os templos não fossem vistos como os únicos lugares de adoração, e as pessoas fizessem de suas casas o principal local para cultuar a Deus...
O desejo de ter vida longa fosse companheiro do desejo de ter vida abundante, e a idolatria fosse substituída pela adoração ao único Deus verdadeiro...
Se todas estas coisas, e outras semelhantes, se tornassem realidades...
Aí sim, viveríamos com simplicidade e teríamos naturalmente uma qualidade de vida melhor.
Não é preciso nem falar. Eu sei. É um sonho. Uma ilusão. Um desejo. É o ideal. Mas sei também, que tudo é diferente quando se pensa e sonha. A pesar de está calejado na vida, eu ainda não deixei de pensar e nem de sonhar. Prefiro fazer minhas as palavras de Victor Hugo: “Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã.”
terça-feira, 19 de maio de 2009
DESANDOU TUDO
Quando eu era criança, se dizia que ficar com diarréia é está com a barriga desandada. Segundo o Aurélio, desandar é fazer andar para trás, retroceder, entrar em decadência. Assim vive o Brasil. Com uma diarréia crônica.
Chegamos num estado que até o céu brasileiro “se revoltou”. Convenhamos; tudo tem limite. O resultado é enchente no Nordeste e seca no Sul.
A natureza nos privilegiou; atualmente, conforme anunciado pelo Presidente do Brasil, somos auto-suficiente em petróleo. O país possui a terceira maior reserva natural de petróleo do mundo, porém vende o litro de gasolina mais caro, da América do Sul. Dá pra entender?
Temos a floresta mais rica do mundo, no entanto, está sendo devastada a cada dia, e isso gera destruição dos ecossistemas, exterminação das espécies e desestabilização das estações climáticas. Um absurdo, não é mesmo?
O país está de cabeça para baixo. A coisa desandou tanto, que o cinismo passou a dá Ibope. Este é o retrato do país:
É liderança política que fala muito, mas nunca tem conhecimento dos fatos. Isso é o que eles dizem: “não sabia”, “não sei”, “não é meu; não é meu”.
É violação do direito de governar, de quem foi eleito, para satisfazer capricho de quem não aceita ficar sem o poder de controlar.
É aprovação de emendas espúrias, aprovadas por um bando de gente que não si emenda.
É definição de cotas nas Universidades, para ratificar a realidade de racismo no país.
É prisão de traficantes de periferia, e liberdade dos tratantes de colarinho branco, que vivem na prática da patifaria.
É encarcerado passando final de semana em casa, para em liberdade, matar mais uma vítima da sujeira da “gentil pátria amada”.
Chegamos num nível de insensibilidade tamanha, que os pais jogam os filhos pelas janelas dos prédios, e as emissoras de televisão tiram proveito para ganhar audiência.
É torcida organizada matando rivais, e o grito de “gol” ecoando em todos os Estádios do país do futebol.
Da forma como estamos indo, não há cristão, digo, Brasileiro com “b” maiúsculo, que agüenta.
O Brasil vai de mal a pior. Somos um povo que se identifica com tudo, no entanto não possuímos uma identidade própria, definida. Por isso, a glória do passado é esquecida e a paz no futuro é incerta.
Soa na mente de cada brasileiro a seguinte questão: O que será desta nação, amanhã? Qual grandeza o futuro do Brasil vai espelhar?A pergunta é lançada no ar. É falada e também cantada. Cantada por quem já viveu e também por quem ainda vive, neste país. Renato Russo cantou: “Que país é esse?” e João Alexandre canta: “O que será do futuro do nosso país?”
O ditado popular diz: A esperança é a última que morre. Eu digo: A esperança pode até não morrer, mas muitos brasileiros com esperança à terra desce.
Como filho que não foge à luta, creio que no meio deste caos nacional, se manifestará o Gigante pela própria natureza, e levantará os filhos que estão deitados em berço esplêndido, para se tornarem parte de um povo heróico e de brado retumbante.
Só assim, este país será composto de um exercito de filhos com a mesma visão dos dois espias israelitas, que avançaram para conquistar a terra prometida; ao contrário dos desandados, digo, dos dez que não andaram.
Concordo com o que Kleber Lucas canta: “A vida é melhor, quando se têm, a coragem de contrariar, os caminhos da população”. Se cada um agir assim, não será preciso o Brasil chegar ao fim do túnel para ser iluminado pela Luz do céu profundo e do sol do novo mundo. Por meio Dele, com certeza, a Luz da liberdade brilhará no céu do Brasil.
Apesar de tudo, eu vou continuar acreditando que moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza.
Chegamos num estado que até o céu brasileiro “se revoltou”. Convenhamos; tudo tem limite. O resultado é enchente no Nordeste e seca no Sul.
A natureza nos privilegiou; atualmente, conforme anunciado pelo Presidente do Brasil, somos auto-suficiente em petróleo. O país possui a terceira maior reserva natural de petróleo do mundo, porém vende o litro de gasolina mais caro, da América do Sul. Dá pra entender?
Temos a floresta mais rica do mundo, no entanto, está sendo devastada a cada dia, e isso gera destruição dos ecossistemas, exterminação das espécies e desestabilização das estações climáticas. Um absurdo, não é mesmo?
O país está de cabeça para baixo. A coisa desandou tanto, que o cinismo passou a dá Ibope. Este é o retrato do país:
É liderança política que fala muito, mas nunca tem conhecimento dos fatos. Isso é o que eles dizem: “não sabia”, “não sei”, “não é meu; não é meu”.
É violação do direito de governar, de quem foi eleito, para satisfazer capricho de quem não aceita ficar sem o poder de controlar.
É aprovação de emendas espúrias, aprovadas por um bando de gente que não si emenda.
É definição de cotas nas Universidades, para ratificar a realidade de racismo no país.
É prisão de traficantes de periferia, e liberdade dos tratantes de colarinho branco, que vivem na prática da patifaria.
É encarcerado passando final de semana em casa, para em liberdade, matar mais uma vítima da sujeira da “gentil pátria amada”.
Chegamos num nível de insensibilidade tamanha, que os pais jogam os filhos pelas janelas dos prédios, e as emissoras de televisão tiram proveito para ganhar audiência.
É torcida organizada matando rivais, e o grito de “gol” ecoando em todos os Estádios do país do futebol.
Da forma como estamos indo, não há cristão, digo, Brasileiro com “b” maiúsculo, que agüenta.
O Brasil vai de mal a pior. Somos um povo que se identifica com tudo, no entanto não possuímos uma identidade própria, definida. Por isso, a glória do passado é esquecida e a paz no futuro é incerta.
Soa na mente de cada brasileiro a seguinte questão: O que será desta nação, amanhã? Qual grandeza o futuro do Brasil vai espelhar?A pergunta é lançada no ar. É falada e também cantada. Cantada por quem já viveu e também por quem ainda vive, neste país. Renato Russo cantou: “Que país é esse?” e João Alexandre canta: “O que será do futuro do nosso país?”
O ditado popular diz: A esperança é a última que morre. Eu digo: A esperança pode até não morrer, mas muitos brasileiros com esperança à terra desce.
Como filho que não foge à luta, creio que no meio deste caos nacional, se manifestará o Gigante pela própria natureza, e levantará os filhos que estão deitados em berço esplêndido, para se tornarem parte de um povo heróico e de brado retumbante.
Só assim, este país será composto de um exercito de filhos com a mesma visão dos dois espias israelitas, que avançaram para conquistar a terra prometida; ao contrário dos desandados, digo, dos dez que não andaram.
Concordo com o que Kleber Lucas canta: “A vida é melhor, quando se têm, a coragem de contrariar, os caminhos da população”. Se cada um agir assim, não será preciso o Brasil chegar ao fim do túnel para ser iluminado pela Luz do céu profundo e do sol do novo mundo. Por meio Dele, com certeza, a Luz da liberdade brilhará no céu do Brasil.
Apesar de tudo, eu vou continuar acreditando que moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza.
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