segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Cristo a esperança da glória!

Diante de tudo que se tem visto e ouvido, é inegável que o desespero tem assolado a humanidade, de tal forma, que tornou-se doença mortal. A busca desenfreada por uma vida gloriosa e isenta de dor é como um buraco sem fundo que leva as pessoas cada vez mais para baixo. Desesperados, muitos transformam o viver em uma eterna luta de superação de problemas. Esquece-se que o desespero nada mais é do que a negação interior de que a vida tem suas contingências, e de que somos seres humanos limitados em todos os aspectos.

A negação de nossa natureza humana nos consome, nos leva            
a exigir de nós e dos outros o que nunca alcançaremos neste mundo; a perfeição. Kierkegaard em “O desespero humano”, fala que o desespero se manifesta de duas formas: Não querermos ser nós mesmos, ou a vontade desesperada de sermos nós mesmos. Paulo, apóstolo dos gentios, viveu este desespero, e só superou suas angústias quando admitiu sua miserabilidade humana. Foi assim que ele aprendeu a lidar com as pressões da vida sem, no entanto, deixar-se ser consumido por elas. Os discípulos de Jesus também enfrentaram esta luta, a ponto de serem avisados pelo próprio Cristo que as aflições deste mundo seriam inevitáveis.

Só há uma saída para que não sejamos engolidos pelo desespero; fazer de Cristo nosso ânimo, nossa motivação maior de viver. Quem busca refúgio em Cristo, não é dominado pelo desespero, porque experimenta paz em quaisquer circunstâncias da vida. 
Cristo a esperança da glória!                        

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