<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641</id><updated>2011-11-10T10:22:22.032-08:00</updated><title type='text'>CONVERSANOBRE</title><subtitle type='html'>Jesus,o mestre da comunicação, ensinava conversando,no entanto,não conversava ensinando,porque sabia da importância de se comunicar de forma simples e natural."Conversanobre" tem como proposta,expor meus pensamentos, elocubrações e insights, oriundos de conversas minhas,com Deus,comigo mesmo,com pessoas e com o mundo ao meu redor.Conversar é ato nobre de compartilhar sonhos,histórias e vida.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-8594678532795093222</id><published>2011-11-10T10:17:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T10:22:22.092-08:00</updated><title type='text'>Amadurecer</title><content type='html'>Gosto muito de definir as palavras a partir de sua própria grafia. Um dos artifícios que uso, quando possível, é separar as palavras que compõe aquela que estou definindo. No caso da palavra “amadurecer” não houve como fazer o desmembramento. Então foi aí que veio à minha mente que o amadurecimento, embora ocorra dentro de um processo, tem como propósito maior o alcance do pleno desenvolvimento, ou seja, do ponto ideal de equilíbrio. Esta palavra deriva de “maduro” que vem do latim Maturus, que por sua vez se refere a um fruto que estar em seu tempo certo de ser consumido. Em relação ao fruto, o amadurecimento se processa de forma natural; quanto às pessoas este processo muitas vezes é doloroso porque as transformações nem sempre atingem o ser humano de forma integral: corpo, alma e espírito. Sempre que o amadurecimento de uma pessoa atinge todas as partes do seu ser, este se processa de forma equilibrada. É o caso do mestre Jesus, que no seu processo de amadurecimento, crescia em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens (Lc.2:52). O que está ocorrendo com a humanidade hoje é que as pessoas estão amadurecendo em uma parte e atrofiando em outras. Penso que o verdadeiro amadurecimento acontece de forma silenciosa. Alguém já disse que &lt;em&gt;“todo fruto silencioso amadurece lentamente”.&lt;/em&gt; Entendo também que a maturidade está atrelada ao grau de importância que se dá à vida. Concordo com Nietzsche quando disse &lt;em&gt;“O homem chega à sua maturidade quando encara a vida com a mesma seriedade que uma criança encara uma brincadeira”.&lt;/em&gt; Aprender a lidar com a vida de tal forma a tirar o máximo proveito dela, é demonstração de maturidade. Quem é maduro sabe brincar com a vida sem depreciá-la. Por outro lado, maturidade é um processo que só termina quando a vida se encerra. Não devemos esquecer que o fruto maduro deve ser comido, porque passando do ponto ele apodrece. Quem quer alcançar maturidade e continuar vivendo, tem que ser aquilo que Gonzaguinha cantou: &lt;em&gt;“Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz...” &lt;/em&gt;Infelizmente há pessoas que jamais avançam para a maturidade, por isso nunca estão aptas para discernir tanto o bem quanto o mal. Não sabem lidar com as adversidades da vida e acabam ignorando o conselho do sábio Salomão: &lt;em&gt;“... há uma hora certa e também uma maneira certa de agir para cada situação”&lt;/em&gt; (Ecl.8:6). Há também que se considerar a importância da vivência e da experiência como meios indispensáveis para o alcance da maturidade. O próprio sábio deixou claro que a idade tem sua parcela de contribuição: &lt;em&gt;“Pobre da terra cujo rei é jovem demais...”&lt;/em&gt; (Ecl.10:16). Para mim, um dos homens que melhor expressou maturidade foi João Batista. Embora sendo grande aos olhos de Deus e dos homens agiu com equilíbrio em relação a si mesmo. Somente aqueles que estão dispostos a admitir o que não são para poderem ser o que realmente são, alcançarão a verdadeira maturidade. Êpa! Acho que a palavra “maturidade” fica mais fácil de desmembrar: Maturar + idade. Eureka!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-8594678532795093222?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/8594678532795093222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/11/amadurecer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8594678532795093222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8594678532795093222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/11/amadurecer.html' title='Amadurecer'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-2252126744855963649</id><published>2011-09-21T06:30:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T06:33:02.138-07:00</updated><title type='text'>Seguindo a jornada</title><content type='html'>Vou seguindo! Caminho no compasso da melodia que a própria vida me ensinou. Sem correria e sem ansiedade simplesmente vou seguindo. Sigo tomado por uma profunda leveza interior. Neste seguir, às vezes olhando para o passado e outras olhando para o futuro, vou usufruindo o presente sem perder o prazer de tão somente viver.&lt;br /&gt;À medida que prossigo, minha vista fixa-se no horizonte que separa o palpável do intocável; meus pensamentos vagueiam entre o real e o imaginário, entre o sonho e a realidade. Não sinto solidão, porque mesmo quando estou só, sinto completude interior. Há a companhia Daquele que estar sempre presente, e que ocupa todos os espaços dentro e fora de mim.&lt;br /&gt;Não caminho sem destino, sem objetivo, sem saber o alvo a alcançar. Já bem cedo entendi a mensagem do gato para Alice: &lt;em&gt;“Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”.&lt;/em&gt; No entanto, não há pressa em chegar. Há tão somente o desejo de caminhar sem o jugo de ter que chegar de qualquer jeito; sem o peso de concluir a jornada nos moldes que o processo comum impõe. Descobri que chegar ao fim da estrada tem mais sabor quando se usufrui bastante das coisas que estão no meio do caminho.&lt;br /&gt;Na minha caminhada não há espaço para ociosidade ou monotonia, porque a satisfação nunca é um ponto final. Neste caso, comungo com o que Guimarães Rosa dizia: &lt;em&gt;“O animal satisfeito dorme”.&lt;/em&gt; Prefiro a satisfação que me deixa acordado; que atiça o desejo de quero mais; que me impulsiona a continuar a peregrinação. Determinado, sigo entoando a música de Geraldo Vandré: &lt;em&gt;“Caminhando e cantando e seguindo a canção; aprendendo e ensinando uma nova lição”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Sem parar, prossigo com a mesma consciência do profeta Jeremias ao reconhecer que, não é do homem o seu caminho, nem é do homem que caminha o dirigir os seus passos. Concomitantemente, percorro com a mesma determinação do mestre Jesus: &lt;em&gt;“Importa, porém, caminhar hoje, amanhã, e no dia seguinte...”.&lt;/em&gt; Tudo isto, para não morrer no lugar errado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-2252126744855963649?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/2252126744855963649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/09/seguindo-jornada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/2252126744855963649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/2252126744855963649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/09/seguindo-jornada.html' title='Seguindo a jornada'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-8144778653924882093</id><published>2011-07-12T06:58:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T07:13:44.262-07:00</updated><title type='text'>Só existindo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aqui estou eu. Estirado em minha cama. Lugar sem igual. Debruçado com os cotovelos apoiado no colchão vou navegando através do meu notebook. Tudo aconteceu depois do almoço, por volta das duas da tarde de domingo. Num estalo, senti uma vontade imensa de ficar largado e relaxado sem me concentrar em nada, nem em mim mesmo. Só existindo. Nada mais.&lt;br /&gt;Foi rápido, estranho e extraordinário. Foi como gozar a vida no que ela é de mais sublime: Vida! Em poucos instantes experimentei o inverso de tudo que dizemos ser vida. Minha mente ficou oca, esvaziada de tudo. Nenhum pensamento; nenhum desejo; nenhum sonho; nenhuma imaginação. Nada! Parou tudo. Só restou o existir. Fiquei quieto, mergulhado na imensidão do nada. Em nenhum momento me senti fora do corpo, como se estivesse em dimensão Astral ou Àtmica. Não! O que experimentei foi uma sensação de está em “outside dimension”, ou seja, fora de dimensão de tudo concernente ao mundo físico. Era como estar flutuando na imensidão do infinito. Afirmo também que não foi nenhum tipo de arrebatamento espiritual, no corpo ou fora do corpo, parecido com que o tal homem, descrito pelo apóstolo Paulo, experimentou. No entanto, não tenho dúvida de que fui engolido e traspassado pelo transcendente, por algo que está além da existência humana.&lt;br /&gt;Tento encontrar comparações para explicar o inexplicável. De início foi mais ou menos parecido com um sair de órbita e ficar vagando no espaço sideral, livre de qualquer força externa. Só que com uma diferença. Havia fôlego em mim; havia vida. Ou talvez o que vivi se assemelha ao descrito por Fernando Pessoa no poema “Na floresta do alheamento”: &lt;em&gt;Minha atenção bóia entre dois mundos e vê cegamente a profundeza de um mar e a profundeza de um céu, e estas profundezas penetram-me, misturam-se, e eu não sei onde estou...&lt;/em&gt; Mas, pensando bem, acho que foi mais parecido com o Aleph de Carlos Argentino, personagem de Jorge Luis Borges. Tinha a visão de quem estava em um ponto do espaço que continha todos os pontos, ou seja, todos os lugares do orbe visto de todos os ângulos. Esta visão era para mim como um mundo maior que todos os mundos.&lt;br /&gt;O extraordinário é que tudo isto embora tão rápido, foi para mim uma eternidade dentro do tempo. A verdade é que esta experiência se tornou um ponto luminoso no céu da minha vida. Também dilatou minha convicção de que o existir é que dá sentido a tudo que se vive na terra. Não é à toa que na bíblia Deus se revela como “Eu Sou”, o sempre-existente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-8144778653924882093?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/8144778653924882093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/07/so-existindo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8144778653924882093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8144778653924882093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/07/so-existindo.html' title='Só existindo'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-4051581307613871121</id><published>2011-06-19T06:19:00.000-07:00</published><updated>2011-06-19T06:24:12.483-07:00</updated><title type='text'>Saberes e mais saberes</title><content type='html'>Nada mais do que isto! Quero viver com a alma livre do jugo do saber. Com toda esta baderna religiosa resultado de falácias e mais falácias, decidir manter-me como um observador que vê sem se importar em saber ou absorver. Cansei de testemunhar tanta incoerência entre o viver e o falar, por isto resolvi seguir a minha própria consciência. Só que minha consciência exigiu de mim a morte do excesso do saber, adormecido no meu subconsciente. Para isto tive que praticar eutanásia, ou seja, proporcionar a morte deste vão saber que carreguei por muito tempo dentro de mim. Foi preciso exalar o ar entorpecente da doutrina institucional para que eu ficasse imunizado da vã maneira de saber.&lt;br /&gt;Sobre o saber, nunca me sentir tão bem como me sinto hoje. Sinto-me como um aprendiz conduzido pela força do vento socrático, ou seja, pela consciência de saber que só sei que nada sei. Demorou, mais descobri que é quando nada se sabe que realmente se depende do único que sabe de todas as coisas, Deus! Talvez o problema de Adão tenha sido este, de querer saber o que não era para saber, e aí uma vez sabendo, acabou sabendo demais. O ruim disto é que sobrou pra todo mundo..., porque todo mundo só quer saber!&lt;br /&gt;Penso que um dos maiores legados deixado pelo apóstolo Paulo à Igreja foi avisá-la sobre o prejuízo que o excesso do saber produz. Saber com moderação é não saber mais do que convém saber. Infelizmente a igreja de hoje, melhor dizendo, aqueles que se revelam como detentores do conhecimento de Deus, ignoram isto, e preferem continuar inchados pelo sopro da ciência. Foram contaminados pela presunção de pensar que sabem tudo de Deus. Puro engano! A falta do saber pode nos destruir, mas o muito saber pode nos fazer delirar. E é isto que está acontecendo hoje no meio da Igreja. O pregador avisou: “... &lt;em&gt;o que aumenta o saber aumenta a tristeza, por isto aquele que possui conhecimento refreie suas palavras, porque quem cerra os lábios é tido por sábio e entendido&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;Decido terminantemente fazer calar e sossegar a minha alma, com o propósito único de manter meu espírito sereno. Diante dos saberes e mais saberes, meu desejo é simplesmente entoar o hino de adoração a Deus: &lt;em&gt;“O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Porque quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém”&lt;/em&gt; (Ro.11:33-36).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-4051581307613871121?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/4051581307613871121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/06/saberes-e-mais-saberes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/4051581307613871121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/4051581307613871121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/06/saberes-e-mais-saberes.html' title='Saberes e mais saberes'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-1981960292733486165</id><published>2011-05-03T05:19:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T05:23:39.176-07:00</updated><title type='text'>Tudo na vida tem seu contraposto</title><content type='html'>São idênticas. Na sala do meu apartamento, junto à mesa de vidro de formato asa delta, as seis cadeiras formam um conjunto perfeito. O assento é do tipo estofado e a estrutura é toda de madeira seca amarelada. Como tudo que é muito usado, sentar nestas cadeiras é algo comum e natural para mim. A vida é assim, aquilo que mais usamos é o que menos nos chama atenção. No geral, pouco se percebe o valor das coisas comuns da vida. A trivialidade é como uma moeda; tem dois lados do mesmo tamanho, no entanto retratam coisas diferentes. Ao mesmo tempo em que algo é muito usado, concomitantemente é também muito ignorado.&lt;br /&gt;Foi preciso que as térmitas realizassem de forma silenciosa e bem feito seu trabalho de destruição, para que eu voltasse a valorizar aquelas cadeiras. Como de costume, acordei bem cedo e abri as janelas da sala do meu apartamento para me deleitar com a brisa da manhã. Depois de contemplar o nascer do sol voltei os olhos para o interior da sala, e aí tive uma surpresa desagradável. Debaixo de uma das cadeiras observei a presença de excrementos de térmitas, uma espécie de granulados amarelados. Isso foi suficiente para voltar a olhar aquelas cadeiras com os olhos da valorização e admiração. Até então elas valiam pela minha necessidade de momento: sentar. Ao perceber que estavam sendo destruídas, passei a valorizá-las não apenas pela utilidade de fazer meu corpo descansar, mas também pela beleza que transmitiam ao formarem um conjunto agradável com a mesa. Mesmo que não queiramos admitir, tudo na vida tem seu contraposto. Penso que este é também um dos motivos do apóstolo Paulo afirmar que aprendeu a está contente em toda e qualquer situação. O sábio Salomão inquiriu: &lt;em&gt;“Quem sabe o que é bom nesta vida para o homem, durante os poucos dias da sua vaidade?”&lt;/em&gt; A resposta do poeta Fernando Pessoa me é suficiente: &lt;em&gt;“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”.&lt;/em&gt; O trabalho das térmitas foi danoso para as cadeiras e me deu prejuízo financeiro, mas em contrapartida produziu um efeito significativo na minha vida, porque despertou em mim a valorização pelas coisas comuns e corriqueiras da vida. Neste caso, devo elogiar as térmitas, porque comungo com o ensino bíblico de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Entender o contraposto das coisas é fácil, difícil é aceitar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-1981960292733486165?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/1981960292733486165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/05/tudo-na-vida-tem-seu-contraposto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1981960292733486165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1981960292733486165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/05/tudo-na-vida-tem-seu-contraposto.html' title='Tudo na vida tem seu contraposto'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-6630224502858187131</id><published>2011-03-20T14:33:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T14:38:43.743-07:00</updated><title type='text'>O olhar e o ver</title><content type='html'>"&lt;em&gt;Olhe para os pássaros, olhe para as flores...&lt;/em&gt;”. Como Alguém que teve uma missão tão grande a realizar encontrou tempo para contemplar a natureza, os pássaros, as flores? A visão de Jesus penetrava na beleza da criação com tanta intensidade que suas palavras reverberavam o imenso cuidado de Deus pelas aves do céu e pelos lírios do campo. Dizem que os olhos vêem o que alma deseja. Ele disse: A alma alimenta-se do que os olhos vêem, e se os olhos forem bons todo o corpo terá luz.&lt;br /&gt;Há aqueles que cegaram diante da beleza da vida, porque tem olhos, mas não vêem. Bem inquiriu Goethe: "&lt;em&gt;Do que vale olhar sem ver&lt;/em&gt;?" E André Gide responde: "&lt;em&gt;Que a importância esteja no teu olhar, não naquilo que olhas."&lt;/em&gt; Há também aqueles que perderam a sensibilidade de ouvir a cadência da melodia do viver, porque tem ouvidos, mas não ouvem.&lt;br /&gt;A alma só contempla quando o olhar copula com o ver. O ver é a capacidade humana de enxergar; o olhar é a capacidade de deixar o coração ver primeiro; é quando a percepção antecede a visão. Ao contemplar os pássaros e as flores Jesus comungou com a liberdade de viver sem as algemas da ansiedade. A ansiedade torna a visibilidade da alma turva, e é aí que somos tragados pelo engano, porque ficamos entre a cegueira e a visão; o torto se torna direito e o direito torto. Quem vê e não consegue olhar é como ter catarata nos olhos, fica como que meio cego. E uma das dificuldades é não conseguir olhar as pessoas como realmente são, vidas que se movem em liberdade, e não arvores presas em seus próprios movimentos.&lt;br /&gt;Os olhares falam mais alto do que um simples ver. Um olhar expõe o que está na alma, denuncia as intenções da mente e revela o que sente o coração. Um olhar pode ajuda o outro a reconhecer quem realmente é. Foi com o olhar de Jesus que Pedro conseguiu enxergar sua feiúra interior e ao mesmo tempo sentir a compaixão emanada através dos olhos do seu Mestre. Há momentos na vida que o olhar soa mais alto que o tom da voz, porque dependendo da situação, pode revelar aquilo que a boca não consegue dizer. A boca pode silenciar diante da morte ou da despedida, no entanto, o olhar permanece até perder de vista.&lt;br /&gt;A vista cansa quando as pálpebras permanecem levantadas; o olhar se perde no vazio quando a alma silencia. Mas há momentos em que o olhar e o vê refletem o mesmo brilho: Quando os olhos estão encharcados de amor. Sempre que os olhos de duas pessoas que se amam se encontram, o olhar e o vê se tornam uma só coisa. E é só assim que se descobre o segredo do verdadeiro amor: “Olhando olhos nos olhos”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-6630224502858187131?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/6630224502858187131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/03/o-olhar-e-o-ver.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6630224502858187131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6630224502858187131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/03/o-olhar-e-o-ver.html' title='O olhar e o ver'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-3077650023949725619</id><published>2011-03-05T19:23:00.000-08:00</published><updated>2011-03-05T19:29:58.198-08:00</updated><title type='text'>Nasceu torto, torto morrerá!</title><content type='html'>Será que ainda tem conserto? Será que mesmo estando do avesso ainda tem jeito? Estou me referindo à Igreja Evangélica e não à Igreja de Jesus. Penso que não vai ter jeito mesmo, porque é questão de nascimento; já nasceu torta. Neste caso vale o que disse Salomão: &lt;em&gt;“O que é torto não pode ser endireitado” &lt;/em&gt;(Ecl.1:15).&lt;br /&gt;Pela dimensão que as coisas ficaram acho que a composição do Chico é o que melhor expressa a realidade da Igreja Evangélica hoje: &lt;em&gt;“O que será que será? O que não tem certeza nem nunca terá; O que não tem conserto nem nunca terá; O que não tem tamanho/ ... O que não faz sentido/ ... O que não tem vergonha nem nunca terá; O que não tem juízo”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Comecemos pelo adjetivo: “Evangélico”. Pode servir para qualificar qualquer coisa, menos as Boas-novas de Jesus. O que se vê hoje é que o Adjetivo entortou o Substantivo e este por sua vez passou a ter mais significado que o Verbo. No final o Nome distorceu o Significado e eliminou o Verbo.&lt;br /&gt;É inútil a tentativa de endireitar o que não quer ser endireitado. É vã porque é gélido, quando se tenta aquecer-se sob o teto desta igreja institucionalizada.&lt;br /&gt;Esta pseudo Igreja nasceu torta porque nasceu pra dentro e se fechou em si mesmo. Porque não foi gerada com o DNA dos voltados para fora, perdeu o sentido de ser como Igreja de Jesus. É uma igreja cujos olhos têm visão invertida, porém não tem cérebro pra fazer a devida correção, isto porque só olha pra si mesmo. E porque só olha pra si mesmo não consegue verdadeiramente si amar e muito menos amar os de fora. Tem como âncora de sustentação a religiosidade e o legalismo. Em vez de ser meio de difusão da Palavra tornou-se instrumento de descrédito, escândalo e escárnio no mundo.&lt;br /&gt;Em contrapartida, a verdadeira Igreja permanece viva porque está firmada na Rocha Eterna e fundamentada no Evangelho de Jesus. Esta igreja está espalhada por todos os cantos deste mundo, porque é como fermento, influencia sem ser evidenciada; é como sal, tempera sem ser contaminada; e como luz, ilumina e brilha sem ofuscar a Luz maior que é Jesus. Quem olha para esta Igreja vê o brilho da luz que vem de cima iluminando os que estão embaixo. E quando esta Igreja brilha Deus é glorificado. Aleluia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-3077650023949725619?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/3077650023949725619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/03/nasceu-torto-torto-morrera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3077650023949725619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3077650023949725619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/03/nasceu-torto-torto-morrera.html' title='Nasceu torto, torto morrerá!'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-988279486131623869</id><published>2011-01-23T05:30:00.000-08:00</published><updated>2011-01-23T05:33:45.587-08:00</updated><title type='text'>INVERNO</title><content type='html'>Inicia-se a estação que mais mexe com meus sentimentos, porque atiça as minhas lembranças. Inverno! É tempo em que a pressa é vencida pela natureza, porque de certa forma o inverno freia a correria urbana e dificulta o deslocamento das pessoas. É quando a luz do sol que toca o chão do planeta é interceptada pelos colchões de nuvens que escurecem a terra.&lt;br /&gt;Neste período o céu fica cinzento e o vento frio desliza na pele dando a sensação de estar sempre molhada. O interior da casa se torna mais aconchegante e o recolhimento do final do dia passa a ser uma mistura de prazer e necessidade. É o tempo em que os humanos mais se identificam com as aves quando estão chocando; assim como as aves não querem sair do ninho, assim também é no inverno quando a chuva cai e o leito aquece mais. Na verdade não é a cama que nos aquece durante o inverno, e sim o calor do nosso corpo que deixamos nela. No frio do inverno quando o dia amanhece, somos como as aves que deixam seu calor no ninho e saem para voar, mas logo que a chuva cai desejam voltar.&lt;br /&gt;Quando eu era menino a casa de meus pais não tinha forro no teto, então nas noites de inverno dormíamos ouvindo o som da chuva sobre o telhado. Nas vezes que estava sem sono e todos já dormiam, eu ficava ouvindo o gotejar da chuva no telhado, e este som era como música que me fazia dormir. Naquela época o inverno era longo e as chuvas eram contínuas, a ponto de chover o dia e a noite inteira. Lembro-me de como minha mãe ficava tensa quando via a claridade dos relâmpagos e ouvia o som dos trovões. A primeira coisa que ela fazia era fechar a casa e cobrir todos os espelhos com lençóis, com medo de atrair raios. Também se evitava pegar faca e talheres. Quando se ouvia os trovões ela pedia para nos calarmos porque “Deus estava falando”. Por causa destas coisas e do próprio clima frio, ficávamos mais calmos e silenciosos dentro de casa.&lt;br /&gt;Penso como Fernando Pessoa: &lt;em&gt;“Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem; cada um como é”. &lt;/em&gt;Assim como o sol, a chuva também é sinal do amor de Deus para com a humanidade. Ele faz chover sobre todos. Ela não é propriedade e nem privilégio de ninguém; é livre para cair quando bem quiser. Debaixo dela não há exclusividade, e isto Jesus deixou bem claro quando afirmou que é derramada sobre justos e injustos. Dependendo da situação, assim como a chuva encharca o chão, pode também encharcar o coração. Enche de alegria o lavrador, quando molha e alimenta a terra seca; enche de esperança ao saciar a sede de quem mora no sertão; faz a felicidade do pescador transbordar porque inunda o leito do rio e permite que os peixes voltem a nadar.&lt;br /&gt;O inverno ao mesmo tempo em que esfria o corpo, pode também aquecer um coração carente de quietude. Embora produza zoada no céu e na terra, no entanto, abre espaço para o silêncio no coração humano.&lt;br /&gt;Certa vez ouvi um homem dizer que o inverno é como um caixeiro viajante, de tempos em tempos ele passa no mesmo lugar. Ali chegando, ele deixa sua semente e vai embora; e cada vez que retorna ele rega a mesma semente, até que um dia ela se transforma em fonte de mantimento para si. Assim é com o inverno, a água que desce é como semente, que depois de semeada um dia também sobe para alimenta a estação do inverno seguinte.&lt;br /&gt;Como todas as coisas na vida, o inverno vai passar, mas também vai voltar. E quando ele voltar desejo que continue atiçando minhas lembranças e encharcando minha alma de esperança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-988279486131623869?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/988279486131623869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/01/inverno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/988279486131623869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/988279486131623869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/01/inverno.html' title='INVERNO'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-6384425121899730544</id><published>2011-01-13T04:18:00.000-08:00</published><updated>2011-01-13T04:24:46.626-08:00</updated><title type='text'>Saudade desalmada</title><content type='html'>&lt;em&gt;Não é saudade do que existiu e ficou pra trás.&lt;br /&gt;Nem tão pouco é saudade do que outrora experimentei.&lt;br /&gt;Esta saudade é saudade desalmada, porque é saudade do que não vivi o que no passado desejei.&lt;br /&gt;Saudade sentida do que deveria ser, mas não foi.&lt;br /&gt;É aquela saudade marcada pelo vazio de algo que só existe na lembrança do meu passado. Acho que o Rubem Alves tem razão: “Saudade é a dor que se sente quando se percebe a distância que existe entre o sonho e a realidade”.&lt;br /&gt;Há! Como seria diferente meu hoje se meu passado tivesse deixado esse vazio ser preenchido por aquilo que deixou de ser!&lt;br /&gt;Retroceder é impossível; choramingar o tempo perdido é tolice; admitir a verdade é o melhor a fazer.&lt;br /&gt;Não foi meu passado que tornou meu presente diferente, foram tão somente as nódoas das minhas omissões, medos, conformações e procrastinações.&lt;br /&gt;Diante da verdade só me resta uma coisa a fazer: Transformar esta saudade em um aliado pra viver melhor o presente.&lt;br /&gt;O meu consolo é a certeza que esta saudade é sufocada pelo agora, pela vontade de continuar vivendo o que vivo hoje, independe do que não vivi ontem.&lt;br /&gt;Com o passar do tempo minha saudade ganhou alma e meu passado fez as pazes com meu presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-6384425121899730544?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/6384425121899730544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/01/saudade-desalmada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6384425121899730544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6384425121899730544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2011/01/saudade-desalmada.html' title='Saudade desalmada'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-312791033756978893</id><published>2010-12-01T05:59:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T06:07:58.260-08:00</updated><title type='text'>Assim é a vida</title><content type='html'>É assim mesmo que a vida faz, vai sorvendo a gente lentamente como se fosse areia movediça. Uma vez na terra dos viventes só nos resta viver a vida como ela é. A grande verdade é que a vida não se deixa levar por aqueles que acreditam que podem caminhar na frente dela; sendo assim o melhor a fazer é tornarmos seus parceiros. Talvez o refrão da música &lt;em&gt;“Deixa a vida me levar, vida leva eu”&lt;/em&gt; seja para aqueles que aprenderam que remar contra a vida é experimentar a derrota antes mesmo que o juiz apite o final do jogo. Para mim, sábio é aquele que aprendeu a viver de mãos dadas com a própria vida. O sábio Salomão deixou claro que não há nada melhor para o homem que gozar a vida enquanto puder (Ecl.3:12).&lt;br /&gt;É coerente dizer que, na sua essência a vida de uma pessoa é o reflexo de suas escolhas e ações, o resto são apenas adereços que podem torná-la mais agradável ou não. Entretanto, a própria vida impõe suas regras que influenciam nas nossas escolhas e ações. Há pequenos detalhes que envolvem nossa vida e que nem percebemos e até depreciamos, todavia o que seria de nós sem eles. Igualmente há coisas grandes e pequenas ao nosso redor que são fundamentais para tornar a vida possível de ser vivida, mas que também não damos o devido valor.&lt;br /&gt;Na vida tudo tem sua importância, até mesmo aquilo que julgamos ruim e inútil. Outra declaração do sábio é: &lt;em&gt;“Quando os dias forem bons, aproveite-os bem; mas, quando forem ruins, considere que Deus fez tanto um quanto o outro,...”&lt;/em&gt; (Ecl.7:14). Já me peguei usufruindo coisas que a vida me ofertou que não dava nenhum valor, e para ser bem franco até faria qualquer sacrifício para me livrar delas. Fato recente aconteceu quando estava cofiando minha barba a comecei a relaxar e descansar ao mesmo tempo. Detesto ficar com barba e muito menos tirar barba. Tenho razões fortes para tal aversão. Os cabelos da minha barba são bem grossos e à medida que crescem alguns vão penetrando na minha pele e me furando, isso faz com que eu coce a barba continuamente e acabo me ferindo. Por outro lado, todas às vezes que a lâmina do aparelho de barbear desliza sobre minha pele, ela irrita que chega até a ferir. Fico tão incomodado com isso que às vezes chego a murmurar. Fiquei pensativo ao admitir que a mesma barba que me irritou também pôde me dá prazer. Isso soa como vindo de alguém que é simplório, no entanto são as coisas simples do cotidiano que mais revelam a força da vida. Assim é a vida, tudo tem sua utilidade; e é por isso que podemos tirar proveito até das coisas que nos desagradam.&lt;br /&gt;O veneno da cobra pode matar um homem, mas também pode servir de antídoto para livrá-lo de uma doença mortal. A morte de uma corsa pode ser uma injustiça aos nossos olhos, mas é questão de sobrevivência para o leão. Até a folha de uma árvore quando cai na floresta tem sua utilidade.&lt;br /&gt;Lutamos por acrescentar tantas coisas à nossa vida que acabamos deixando de usufruir a vida como ela é: Só vida. Não se trata de deixar de fazer o que tem de ser feito, ou até mesmo matar o desejo de realizações. Não! É entender que o sentido da vida não está no que fazemos, mas no quanto vivemos à medida que estamos fazendo. É preciso deixar de nos preocupar tanto em arrumar nossa vida e decidirmos viver a vida como ela é para entendermos o que Millôr Fernandes quer dizer com &lt;em&gt;“Viver é desenhar sem borracha”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Desde o dia em que resolvi abraçar as palavras da Vida, fiz as pazes com a vida e aprendi a viver um dia de cada vez. Se assim é a vida, então assim vou vivendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-312791033756978893?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/312791033756978893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/12/assim-e-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/312791033756978893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/312791033756978893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/12/assim-e-vida.html' title='Assim é a vida'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-1188424524866656475</id><published>2010-10-17T05:13:00.000-07:00</published><updated>2010-10-17T05:17:27.356-07:00</updated><title type='text'>A unidade do povo de Deus</title><content type='html'>Falar sobre unidade do povo de Deus apenas com base nos relatos históricos do povo de Israel, registrados nas Escrituras Sagradas, pode soar de forma contraditória àquilo que foi escrito pelos autores do Novo Testamento. O Velho Testamento transmite exclusividade, ou seja, povo escolhido e privilegiado pelo Criador (I Sm.12:22); já o Novo Testamento transmite inclusão, ou seja, povo que acolhe; que se espalha com o fim de ajuntar e de integrar outros a si mesmo. Todavia, se ignorarmos esta falsa contradição, pode-se perceber que o propósito de Deus sobre a unidade do seu povo, permanece o mesmo: &lt;em&gt;Ser a extensão do próprio Deus na terra.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;A unidade que apenas enaltece o pensamento comum no meio evangélico, de que seremos um povo dominante e poderoso na terra, fere o princípio básico de verdadeira unidade: União que gera acolhimento do solitário e inclusão do diferente. A unidade que anula a interdependência, que fomenta o desejo de poder ilimitado, que fortalece a liturgia do exclusivismo, que acalenta a alma da indiferença e que neutraliza a força da aproximação, é qualquer coisa menos unidade.&lt;br /&gt;Foi o próprio Deus, logo no início da vida humana na terra, quem primeiro percebeu este desvio gerado na mente dos homens, em relação à força de uma unidade verdadeira. Por isso, agiu de forma drástica, com o fim de neutralizar o uso indevido da mesma. Em Babel, Deus tomou a decisão de diversificar a linguagem, com o intuito de espalhar o povo e restringir o intento de fazerem o que bem quisessem. Esta decisão mostra que a unidade de um povo não está circunscrita aos limites do espaço geográfico, que extrapola a uniformidade da comunicação verbal e destrói a barreira de inimizade que há com outros povos. Mostra também que a unidade de um povo não se fundamenta sob a sombra de um nome ou de uma denominação, e nem tão pouco sob os holofotes da suntuosidade de um monumento.&lt;br /&gt;Unidade sem abertura para alcançar novas pessoas e ocupar novos espaços, não é unidade. Unidade que coloca só os iguais dentro, mas fecha a porta para entrada dos diferentes, não é unidade. Unidade que o comum é comum só para quem fala a mesma língua, também não é unidade. A marca da verdadeira unidade de um povo é refletida principalmente pela inclusão e acolhimento dos que estão do lado de fora, e não apenas pela perpetuação dos que já estão dentro. A unidade sadia é aquela em que se abre a possibilidade para os diferentes também se tornarem semelhantes.&lt;br /&gt;Unidade do povo de Deus não significa ter a mesma aparência, o mesmo sotaque, a mesma língua ou estar no mesmo lugar. Antes de qualquer coisa, é refletir a mesma imagem que Jesus refletiu; a imagem do Pai: “Quem vê a mim vê o Pai, porque Eu e o Pai somos um”. Isso significa dizer que a nossa unidade não começa pelo que está fora da gente, nem mesmo pelo que fazemos ou temos, mas primeiramente pelo que somos. E o que somos em Jesus é o que nos faz parecidos com o Pai, e conseqüentemente parecidos uns com os outros a ponto de sermos chamados filhos de Deus.&lt;br /&gt;Busquemos a verdadeira unidade. Aquela que faz o mundo vê em nós a imagem Daquele que tem o poder de reconciliar os homens com Deus em um só corpo, matando assim a inimizade. Lembremos que a verdadeira unidade tem seu exemplo maior na união entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-1188424524866656475?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/1188424524866656475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/10/unidade-do-povo-de-deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1188424524866656475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1188424524866656475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/10/unidade-do-povo-de-deus.html' title='A unidade do povo de Deus'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-71541679500516488</id><published>2010-09-13T20:14:00.000-07:00</published><updated>2010-09-13T20:30:34.994-07:00</updated><title type='text'>Vamos passear </title><content type='html'>Passear parece ser coisa de criança. Se assim for, então Deus é uma criança. Depois do processo de criar vem o passear, e foi isso que Deus fez. Ele passeava no lugar mais belo da terra, no jardim que Ele mesmo plantou. Já não se passeia mais como antigamente. Já não se passeia só pelo prazer de passear ou de estar junto de quem se ama. Hoje passear é sinônimo de perda de tempo, de irresponsabilidade e até de ser preguiçoso. Por isso, pais já não passeiam mais com os filhos, cônjuges já não andam de mãos dadas na praça e namorados já não sonham juntos contemplando o pôr do sol no oceano. Amo o mar, por isso uma das coisas que mais gosto de fazer na vida é ir à praia com minha amada, e ficarmos passeando só pelo prazer de estarmos juntos no entardecer do dia. Sempre que fazemos isso, nosso amor nos transforma em crianças e a lua fica mais bonita.&lt;br /&gt;Tem palavras que fazem parte de uma geração. Outras ficam em desuso. E há aquelas em que as definições não mudam, mas a forma de praticá-las sim. “Passear” atualmente é uma palavra ultrapassada, porque só se sai de casa por algum motivo que não seja simplesmente passear. Não se passeia mais olhando com os olhos da alma; se anda no Shopping com os olhos do desejo comum: A satisfação pessoal. Quando passeamos com os olhos da alma, somos livres para viver e deixar o tempo passar sem mesmo percebermos.&lt;br /&gt;Na minha época de menino passeávamos na praça enfrente da minha casa. A praça não tinha nada de atrativo a não ser as árvores. O que tinha de novidade, quando passeávamos, era simplesmente o prazer de passear de novo e a certeza que minha mãe nos observa da janela. Depois que crescemos, passamos a passear longe de casa, e então minha mãe deixou de nos observar e passou a nos esperar sem sair da janela. Quando me tornei adulto e minha alma se tornou criança, é que entendi. Da janela lá de casa, olhando a paisagem, mamãe também passeava. Passear é um estado da alma; é usufruir o prazer de somente viver, ou seja, é viver sem se preocupar como viver; é não fazer nada e ao mesmo tempo fazer tudo que nos torna livres para somente existir. Passear é vê sem desejar, sem querer ter ou fazer. É gozar da sintonia da alma com a vida. Passear é deixar a alma contemplar a beleza ao nosso redor. E a beleza é aquilo que o Rubem Alves diz: “A beleza é a sombra de Deus no mundo”. &lt;br /&gt;Quando me casei, mantive o costume de passear de mãos dadas com minha esposa. Toda vez que passeamos, sinto nossas almas namorando a liberdade. Nos sentimos livres por dentro e por fora. Nossos passeios se transformam em sublimes momentos de ficarmos juntos sem fazer nada a não ser usufruir da companhia um do outro. Foi passeando que descobrimos que o amor não precisa de motivos para sorrir, porque quando sorrimos um com o outro é porque nossos corações sorriram primeiro. Nesses momentos conseguimos vê o belo através dos olhos um do outro.&lt;br /&gt;Penso que Deus se tornou poeta passeando no jardim do Éden, e que o maior prazer Dele não era passear só, mas na companhia da criatura que Ele fez. Na verdade quem aprende a passear nunca passeia sozinho, porque na ausência do outro, acaba passeando consigo mesmo. No entanto, o melhor passeio é quando passeamos juntos, é quando tem mãos que se unem; olhos que se encontram; corpos que se aquecem e almas que se completam. Não tenho dúvida que o primeiro convite de Deus para o homem é para um passeio de mãos dadas no jardim da felicidade. Infelizmente muitos rejeitam este convite e acabam se escondendo sob as folhas da solidão eterna.&lt;br /&gt;Um dia aceitei o convite de Deus. E a partir daí nunca mais soltei a mão Dele. E foi de mãos dadas que Ele me ensinou a passear. Por isso, o convite está feito: Vamos passear!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-71541679500516488?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/71541679500516488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/09/vamos-passear.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/71541679500516488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/71541679500516488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/09/vamos-passear.html' title='&lt;strong&gt;Vamos passear &lt;/strong&gt;'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-7527207033297639825</id><published>2010-08-24T07:13:00.000-07:00</published><updated>2010-08-24T07:26:46.156-07:00</updated><title type='text'>Seduzido pela paisagem</title><content type='html'>&lt;em&gt;É tarde de domingo! Passa o dia, passa o tempo, passa a vida.&lt;br /&gt;O silêncio permeia o bairro e sinto falta do ronco dos motores na avenida.&lt;br /&gt;Alguns dormem, outros descansam e há os que nada fazem.                                                     Minha alma remexe por dentro e me faz mergulhar na beleza da paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Firmo a vista e consigo ver os meninos num campinho correndo atrás da bola.                  Minha memória é aguçada e me vejo fazendo o mesmo como nos tempos de outrora.             Na linha de alta tensão um pássaro quebra o silêncio cantando “bem-te-vi”.                            Nos ares o falcão rastreia a área à procura de alimento para si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na grande área verde um ipê amarelo se destaca com suas folhagens de ouro.                         No toldo de uma quitanda um ancião descansa sob as abas do seu chapéu de couro.               Na beira da estrada um jumento velho caminha a procura de capim.                             Protegidos pela sombra do prédio, dois jovens conversam olhando para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contemplo as casas e os prédios com um olhar diferente.                                                   Mergulho na imaginação das histórias e da vida dessa gente.                                                         As janelas, os terraços e as sacadas me aproximam dos moradores.                                             As cores das fachadas retratam suas preferências e as cercas nos muros seus dissabores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo a transformação do bairro acontecendo.                                                                                Uma mistura do antigo com o novo vai se estabelecendo.                                                        Novos prédios são levantados, novas casas são construídas.                                                            E a geração shopping já se mostra com suas estruturas sendo erguidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paisagem não só me seduziu, mas me incluiu como parte dela.                                                 Sou parte da minha visão, porque minhas percepções é que deram vida a ela.                           Da janela do meu apartamento me vejo dentro do quadro que cerca o mundo ao meu redor. Seduzido pela paisagem, sinto e vivo a presença real do Criador em derredor.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-7527207033297639825?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/7527207033297639825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/08/seduzido-pela-paisagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7527207033297639825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7527207033297639825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/08/seduzido-pela-paisagem.html' title='Seduzido pela paisagem'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-6141368420863990753</id><published>2010-07-25T14:33:00.000-07:00</published><updated>2010-07-25T15:02:59.774-07:00</updated><title type='text'>Caçadores de consciências</title><content type='html'>Admito. Hoje, vivo com muita vontade de dar mais espaço para minha consciência. Estou à procura do meu chão, aquele que posso tirar as sandálias e andar descalço.  Aqui reside o meu mais profundo anseio e a minha mais profunda angústia: Admitir onde devo realmente estar; pelo fato de já não me vê onde estou. Anseio viver no meu verdadeiro habitat, aquele onde eu posso ser visto pelo anverso e reverso, por dentro e por fora. Sinto necessidade de deixar minha consciência relaxar na cadeira de descanso do meu ser. Sinto-me perdido em uma floresta que ajudei a construir, mas que já não consigo viver nela. Sei onde fica a saída, mas persisto em permanecer debaixo das folhagens do engano, que impedem a minha consciência voar.  Vivo como um caçador cansado, que perdeu de vista a caça e passou a caçar a si mesmo. Sei que sou a caça que procuro. Na ânsia de me encontrar, já não me importo com o que sou nem com o que não sou, e muito menos com o que deveria ser, visto que encontrei Aquele que verdadeiramente É, e que me fez entender que só basta ser o que se nasceu pra ser: Gente que reflete a imagem e semelhança Dele. É tão simples! A gente é que complica. &lt;br /&gt;A partir daí, tudo ficou simples e com real sentido para mim. Já não há motivo de correria, desespero e angústia para ser o que não é pra ser, ou ter o que não é pra ter. Tudo é e vem Dele, e só tem sentido Nele e com Ele.&lt;br /&gt;Este entendimento mudou meu eu, lavou minha consciência e trouxe de volta minha verdadeira identidade: Semelhante à do Pai. No entanto, sinto-me como se estivesse vestido com um colete à prova de bala, que me impede de ser livre para expor quem verdadeiramente sou. A verdade é que sou mais caça que caçador; e quanto mais caça me sinto mais gente vejo que sou. Gente que se esconde com medo de ser envergonhada; gente que corre pra não ser cozinhada; gente que é usada e abusada; gente aproveitada e rejeitada; gente odiada mais também amada; gente admirada e ignorada; gente que se suja e é sujada; gente que fala e é mal interpretada; enfim, gente que é gente como toda gente é: Simples pecadores, amados e desejados por Deus.&lt;br /&gt;Uma coisa eu sei, e sei por convicção e revelação, que caminho no Caminho que um dia se fez gente como a gente, para nos libertar de muita gente e também da gente mesmo. Chegará o dia em que não é só minha consciência que experimentará total liberdade, mas a consciência de todo aquele que tiver consciência de que precisa primeiro caçar a si mesmo. E assim sendo, não mais haverá caçadores de consciências.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“... conservemos o mistério da fé com a consciência pura.” (I Tm.3:9).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-6141368420863990753?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/6141368420863990753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/07/cacadores-de-consciencias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6141368420863990753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6141368420863990753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/07/cacadores-de-consciencias.html' title='Caçadores de consciências'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-3918294981059051358</id><published>2010-04-11T18:39:00.000-07:00</published><updated>2010-04-11T18:57:31.601-07:00</updated><title type='text'>QUIETUDE</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Às vezes fico a me perguntar se alguma vez, por alguns instantes, já vivi na íntegra esta orientação divina: &lt;em&gt;“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus”&lt;/em&gt; (Sl.46:10). Refletindo sobre isto, fui levado a admitir que, depois da fase da inocência, já faz muito tempo que deixei de usufruir da verdadeira quietude.&lt;br /&gt;Misturei as coisas. Fui iludido pelo que parece ser, mas não é. Esforcei-me o bastante para aquietar-me. Para ser bem franco, acho que no geral estou enquadrado entre aqueles que tiram boas notas, por manter a compostura esperada pela maioria, diante das adversidades. O zelo pela ética e pelos padrões dos bons costumes; o proceder de forma pacífica nos relacionamentos; o suportar em silêncio as agruras do dia-a-dia; o abrir mão de direitos pessoais com facilidade; o aceitar os infortúnios da vida sem murmuração; e coisas semelhantes, podem camuflar a realidade de insegurança e intranqüilidade de muitas pessoas. Estas coisas são saudáveis, no entanto não podem ser confundidas como sendo uma prática de real quietação interior.&lt;br /&gt;Por falta de experiência própria, me conformei com as migalhas de um viver quieto e sossegado, que é resultado de um coração tranqüilo, calmo e sereno. Fiz dos meus momentos de bem-estar um prato especial, quando na verdade era só o tira-gosto. Condicionei o “aquietar-se” como sendo algo dependente do ambiente exterior e das condições favoráveis à realização dos meus desejos e prazeres. Associei a quietude ao modo de proceder, e à segurança ilusória do ter; ignorei o “ser” como sendo o verdadeiro acento da tranqüilidade e paz interior. A verdade é que a paz que o mundo dá pode adormecer o coração e impedir de se viver no remanso da paz eterna.&lt;br /&gt;Hoje compreendo que, estar quieto não tem a ver prioritariamente com o estado de espírito de uma pessoa ou com o mundo exterior em que ela vive, mas antes de tudo com a capacidade de sabermos realmente quem somos. Foi o que aconteceu com João Batista. Ele dizia que não era o que diziam dele, porque tinha ciência e consciência quem ele era: &lt;em&gt;“Eu sou apenas o amigo do noivo”.&lt;/em&gt; Isso também aconteceu com o apóstolo Paulo. Ele dizia dele: &lt;em&gt;“Pela graça de Deus, sou o que sou”.&lt;/em&gt; E com Jesus não foi diferente. Ele afirmou: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;“Eu nasci para ser testemunha da verdade”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Quando sabemos quem somos verdadeiramente e o que Deus é para nós, então acontecerá uma fusão do viver natural com o espiritual, de tal forma que poderemos dizer como o apóstolo Paulo: &lt;em&gt;“Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”&lt;/em&gt; E assim sendo, experimentaremos a mesma quietude que ele viveu quando disse: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;“A tua graça me basta”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O salmo 46 inicia apresentando Deus como nosso refúgio, fortaleza e socorro, e fecha nos incitando a vivermos quietos, não apenas como conseqüência do que Ele faz por nós, mas principalmente de que Ele é Deus. Saber que Deus é Deus e que pela sua graça Ele nos fez alvo do seu imensurável amor, é que nos faz viver de forma quieta. É isto que realmente importa, e é assim que quero viver intensamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-3918294981059051358?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/3918294981059051358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/04/quietude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3918294981059051358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3918294981059051358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/04/quietude.html' title='QUIETUDE'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-1373661830876207358</id><published>2010-03-11T19:55:00.000-08:00</published><updated>2010-03-11T20:05:01.144-08:00</updated><title type='text'>O INEXPLICÁVEL</title><content type='html'>No íntimo sempre esperamos explicação para tudo na vida. Mesmo quando as explicações são evasivas, ainda assim, preferimos viver iludido a ficar sem. Parece quase impossível vivermos sem respostas convincentes, aos “porquês” da vida; é como ser um usuário crônico de drogas, onde o corpo sente uma compulsão descontrolada para ser saciado, e não suporta a crise da abstinência.&lt;br /&gt;Mesmo sendo os seres mais inteligentes da terra, às vezes nos comportamos como verdadeiros imbecis, porque não somos capazes de aceitar que o inexplicável também é uma resposta, e na maioria das vezes a melhor resposta. Sempre que criamos explicação para o inexplicável, estamos tentando matar a incógnita que agita em nós o medo do desconhecido, mas que na verdade age como um espinho para reconhecermos nossas limitações e vulnerabilidades. Talvez este fosse o grande desejo dos dois primeiros humanos: &lt;em&gt;explicar o inexplicável, conhecer o que não é para ser conhecido, encontrar o que não é para ser encontrado.&lt;/em&gt; Entretanto, e sem melindre nenhum, podemos afirmar que foi o próprio Criador quem os expôs a isto; e se assim foi, relaxemos, porque até dentro do “&lt;em&gt;Tudo o que Deus fez, foi muito bom&lt;/em&gt;” há espaço para o inexplicável também, caso contrário, tornamo-Lo mentiroso, o que é algo infinitamente inconcebível.&lt;br /&gt;A nossa imbecilidade é tamanha, que achamos, e até exigimos, que o Criador deva nos dá explicação para tudo. Agimos como uma criança malcriada; espezinhamos, gritamos e até nos revoltamos, quando ficamos sem respostas. Em contra partida, e isto é o que eu chamo de “hereditariedade divina”, rejeitamos o inexplicável porque em nós reside a natureza Daquele que dá sentido de ser e existir para tudo. Aceitar o inexplicável como algo que só pode ser explicado pelo Ser Inexplicável, é um ato de confiança plena neste Ser que nos gerou conforme a sua imagem e semelhança.&lt;br /&gt;Mas, se aprofundarmos um pouco mais o discurso, concluiremos que nossa ânsia em desvendar o inexplicável, extrapola o âmbito do assemelhar-se com o Onisciente; advêm muito mais do desejo e motivação original, brotados na mente humana pelo tentador, de sermos não apenas semelhantes, mas iguais ao Criador. Estar em pé de igualdade com Deus, explica a existência do inconformismo humano em aceitar o inescrutável, o ininteligível, o ignoto.&lt;br /&gt;Convenhamos; se tudo nos fosse desvendado por antecipação, a vida na terra seria tediosa e sem graça. Um simples filme de suspense nos agita e produz em nós um gostinho de quero mais, não porque se descobriu o segredo, mas pela sensação e prazer de perseguir o desconhecido e desvendar o que não nos foi explicado antes. E é aí que o fim das coisas é melhor que o começo delas, como diz Salomão, porque normalmente não se chega ao fim sem antes experimentarmos a tensão da incerteza e do inexplicável, que torna a descoberta final uma vitória espetacular.&lt;br /&gt;Demorou; mas aprendi que, felizes são aqueles que resolveram fazer do inexplicável e do desconhecido um hino de adoração Àquele que acima de tudo não é explicável e nem deve explicação: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Quem compreendeu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a Ele, para que lhe seja recompensado? Porque Dele e por Ele e para Ele são todas as coisas. Glória, pois, a Ele eternamente. Amém” (Ro.11:33-&lt;/em&gt;36).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-1373661830876207358?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/1373661830876207358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/03/o-inexplicavel.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1373661830876207358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1373661830876207358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/03/o-inexplicavel.html' title='O INEXPLICÁVEL'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-2675065495121879310</id><published>2010-03-03T07:04:00.000-08:00</published><updated>2010-03-03T07:12:40.021-08:00</updated><title type='text'>CHUVA</title><content type='html'>&lt;em&gt;Olhar por cima a chuva caindo é algo nostálgico e terapêutico para mim.&lt;br /&gt;Todas as vezes que começa a chover, corro pra janela e banho na chuva sem me molhar.&lt;br /&gt;Do quinto andar, fico observando a chuva cair, sobre telhados, árvores e asfalto; também a vejo solta no ar.&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;É tempo de chuva!&lt;br /&gt;Chuva que cai, chuva que vai...&lt;br /&gt;Chuva que desce pra depois subir...&lt;br /&gt;Chuva que molha, renova e transforma...&lt;br /&gt;Chuva que inunda, encharca, lava e suja...&lt;br /&gt;Chuva que faz os pés molhar e impede a roupa enxugar...&lt;br /&gt;Chuva que enche e faz os rios transbordar...&lt;br /&gt;Chuva esperada, chuva rejeitada...&lt;br /&gt;Chuva! Ó chuva! Chegaste na hora certa, mas demoraste a passar...&lt;br /&gt;O volume das tuas águas fez o bueiro submergir e a casa alagar...&lt;br /&gt;Chuva que sacia as raízes das árvores para os frutos alimentar...&lt;br /&gt;Chuva que nasce de baixo, mas só de cima se deixar revelar...&lt;br /&gt;Chuva de outrora, que me fez banhar, na goteira do telhado do meu lar...&lt;br /&gt;Chuva que molhou minha cabeça e encharcou minha memória...&lt;br /&gt;Chuva que marcou minha infância e enriqueceu minha história...&lt;br /&gt;Chuva! Ó chuva! Quem me dera ser como tu, usada por Deus para todos abençoar...&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;Que saudade das chuvas de maio, que quando criança, minha mãe me deixava banhar.&lt;br /&gt;Que saudade das chuvas de inverno, que nos campinhos faziam a gente escorregar.&lt;br /&gt;Chuva! Ó chuva! Estarei na janela, sempre à tua espera, para contigo relembrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-2675065495121879310?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/2675065495121879310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/03/chuva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/2675065495121879310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/2675065495121879310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/03/chuva.html' title='CHUVA'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-1146964656527106520</id><published>2010-02-14T05:32:00.000-08:00</published><updated>2010-02-14T05:38:14.337-08:00</updated><title type='text'>Lembranças da infância - II</title><content type='html'>Esta é mais uma das muitas histórias que vivi com minha família. Não me lembro quem plantou aquela goiabeira. Ela foi crescendo sem mesmo percebermos. Eu estava passando da fase da adolescência para juventude. Meus três irmãos ainda eram adolescentes, minha irmã mais velha já tinha constituído família e a mais nova morava em São Paulo com uma tia nossa.&lt;br /&gt;No quintal de nossa casa, que era pequeno, só havia este pé de fruta, e isso foi um dos motivos que esta goiabeira permaneceu em nossa memória.  Logo que a goiabeira cresceu, despertou nossa atenção, porque possuía qualidades admiráveis. Era viçosa e frondosa; dava fruto constantemente; suas goiabas eram grandes e saborosas; suas folhagens eram bem verdes e vivas. Foi devido a todas estas qualidades que cultivamos carinho e cuidado por ela.&lt;br /&gt;Como sempre fui um admirador da natureza, tentei encontrar a razão da beleza e do vigor daquela árvore. Não foi difícil descobrir. O segredo estava no trato e na forma como meu pai cuidava dela. Havia enfrente da nossa casa uma área verde, que na verdade chamávamos de “matagal”, e era de lá que papai tirava o estrume para colocar no pé da goiabeira. Se não me falha a memória, ele também colocava borra de café e casca de ovo. Via em meu pai muita satisfação em cuidar daquela árvore, que com certeza influenciou muito para que ela se desenvolvesse de forma saudável e frutífera.&lt;br /&gt;O fato de morarmos na periferia urbana era de costume termos contato direto com a natureza. Comíamos frutas tiradas direto do pé (Hoje eu só tiro do “pé” meias e sapatos); banhávamos em rios de águas bem límpidas (Aprendemos a nadar nestes rios, sem ajuda de ninguém); entravamos no mato para caçar calangos e camaleões, com baladeiras; jogávamos bola em campinhos (De segunda a domingo); banhávamos na chuva; mexíamos em casa de abelhas (E como dói uma picada de abelha!); comíamos babaçu, palmito e tucum (E não dava diarréia); no inverno brincávamos no chão molhado de chuxo; no verão, de peteca (bolinha de gude) e de empinar papagaio (pipa). Em suma, vivi uma vida simples, saudável e cheia de aventuras. &lt;br /&gt;Com esta forma de viver, desenvolvemos naturalmente algumas habilidades, e uma delas era a facilidade de subir com muita rapidez e sem cair, na goiabeira lá de casa. Isso mamãe não gostava. Por dois motivos. Um, era com medo de cairmos, o outro era quando ela queria nos corrigir e nós subíamos na goiabeira; ela ficava furiosa. Sem sombra de dúvida, a surra era grande quando papai chegava, e ninguém ficava revoltado (Naquela época jamais imaginávamos que um dia se teria chance de dá parte no juizado de menor; até porque só existia Delegacia).&lt;br /&gt;Como aquela goiabeira nos ajudou! Quando as coisas estavam “apertadas” financeiramente lá em casa, e não tínhamos a tradicional merenda, a saída era subir na goiabeira e encontrar a melhor goiaba. E aí, levava vantagem quem fosse mais esperto. Mas, aquela goiabeira nunca nos deixava de mãos vazias, sempre tinha goiaba para todos. Talvez seja estranho, mas hoje creio que aquela goiabeira foi uma providência de Deus nos momentos de escassez lá em casa. Como a gente dizia na época: “Hoje ela salvou a pátria”. Como isso aconteceu há muito tempo, e tudo na vida é passageiro, a goiabeira lá de casa também passou, e com ela mais um tempo maravilhoso que vivi com minha família.&lt;br /&gt;Ainda tem muitas histórias pra contar, mas vou parar por aqui. Estou satisfeito em relembrar meu passado. Sinto-me revigorado e com mais força para continuar a percorrer minha estrada. Uma coisa eu tenho viva dentro de mim: A minha história de vida foi escrita por Deus, por isso, a Ele toda glória!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-1146964656527106520?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/1146964656527106520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/02/lembrancas-da-infancia-ii.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1146964656527106520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1146964656527106520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/02/lembrancas-da-infancia-ii.html' title='Lembranças da infância - II'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-5374292871638888943</id><published>2010-02-05T06:14:00.000-08:00</published><updated>2010-02-05T06:21:55.629-08:00</updated><title type='text'>Incrível! Fui a Marte.</title><content type='html'>&lt;em&gt;No mês de fevereiro tirei quinze dias de férias. Foi ótimo ficar estes dias fora da instituição. Aproveitei bastante para ficar mais tempo com minha família. Não tive recursos suficientes para viajar para fora do Estado, mas voltei a passear nos lençóis Maranhenses. Ali me senti mais perto de Deus. Talvez por isso, Ele me presenteou com uma viagem extraterrestre. Uauh!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Nunca pensei que poderia ir tão longe assim. Já sonhei até chegando à lua, mas chegar a Marte foi demais. Ora, isso só foi possível devido à facilidade de mergulhar no silêncio da madrugada. São 1:30h de domingo. O silêncio dentro do meu apartamento é intenso e o lá de fora é tétrico. Todos dormem; inclusive o cachorro do vizinho de frente do meu prédio. É estranho! Porque aquele vira-lata troca o dia pela noite. Quem sabe não está sonhando latindo em Marte! A esta altura da madrugada acho que até os animais sonham.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;É incrível, mas sempre que estou sem sono, se não ler alguma coisa, acabo dando as mãos para o silêncio, e juntos, nos embrenhamos por caminhos que me levam a lugares que só o meu espírito pode ir, sem gastar tempo nem dinheiro. Pra ser bem sincero, acho sensacional, porque fico conhecendo lugares espetaculares, incluindo os que estão fora da órbita da terra. Antes de continuar, acho que você está pensando que sou um “débil mental”. Talvez seja! Mas é verdade, é possível ir a Marte. O problema é que só os “loucos” vão a Marte. Mesmo assim, sem querer que você fique louco, o convite está feito: Vamos para Marte! &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de dizer como foi minha chegada em Marte, quero revelar algo que me veio à mente de repente. Pensei na NASA. Gastou tanto dinheiro para levar o homem à Lua, e eu só gastei uma parte da noite para ir a Marte. Que coisa, hem? Impressionante!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Quando cheguei ao planeta vermelho, fiquei muito chateado, porque esperava uma recepção calorosa e com muita festa por parte da turma que vivi por lá. Por incrível que pareça, não apareceu ninguém, nem mesmo vi um óvnis sequer. Então falei comigo mesmo: Deixa está; guando eles forem passear na terra, também farei o mesmo. Aos poucos a chateação passou, e então resolvi dá um passeio. Êpa! Tive a impressão de ter ouvido um latido. Mas foi só impressão. Voltei ao passeio extraterrestre. Tentei vê alguma coisa, no entanto, só consegui me vê na imensidão do silêncio daquele planeta. Então abandonei o passeio planetário e passei a passear dentro de mim mesmo. Para minha total surpresa descobri que, dentro de mim, o vermelho era infinitamente mais vivo do que o vermelho de Marte. E foi neste exato momento que tudo que estava acontecendo passou a ter real sentido para mim. Entendi perfeitamente. “A vida pulsa nas veias de um Ser e não no silêncio do vazio”. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Depois de tudo isso, a verdade é que eu acordei ouvindo o latido do cachorro do vizinho. O silêncio foi embora e o sonho acabou. Acordei! Poxa, estava tão bom viver esta loucura! Depois que acordei senti saudades de Marte. É verdade, é possível ir a Marte. Chega! Voltemos pra terra, porque a realidade nos espera. &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-5374292871638888943?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/5374292871638888943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/02/incrivel-fui-marte.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/5374292871638888943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/5374292871638888943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/02/incrivel-fui-marte.html' title='Incrível! Fui a Marte.'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-3965896178294537092</id><published>2010-01-08T05:42:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T06:10:56.929-08:00</updated><title type='text'>Uma incômoda experiência </title><content type='html'>&lt;em&gt;Já fazia bastante tempo! Já nem sabia o que era sentir isso. Achei amargo o gostinho do desprezo. Fiquei apertado por dentro. Depois que minha mãe se foi, pela primeira vez senti muito forte a carência do abraço materno. A sensação de ausência de quem se gosta, mesmo este alguém estando presente, é terrível. Depreciei aos olhos de quem dizia me admirar. Esta incômoda experiência atiçou minha vulnerabilidade e me fez refletir sobre a transitoriedade dos sentimentos. Tudo passa! Até os sentimentos mais sublimes sucumbem ao tempo.  Creio que Deus criou o tempo para servir de cura para a alma, também. Só o tempo pode aliviar a saudade de um ente que partiu; a dor da separação de um casal; a agonia da quebra de um relacionamento amigável; o mal-estar gerado pelo espaço vazio que um dia foi ocupado por um amigo mais chegado que irmão. &lt;br /&gt;Não ouso, nem de longe, comparar minha experiência com o abandono e desprezo que Cristo sentiu, ao ser levado para cruz. Seria uma incoerência desmedida. Seria equipara-se com Alguém que viveu o que viveu para que eu tivesse vida. Não! No entanto, um farelo ínfimo do desprezo me atingiu. Engoli o choro. Travei a respiração. E a parti daí me vi ao lado de Maria aos pés da cruz de Cristo.&lt;br /&gt;A cena da crucificação me fez olhar para mim mesmo, para meu egoísmo e presunção de achar que não era justo ser desprezado ou ignorado. Quem eu acho que sou para pensar que posso agradar a todos? No fundo, o que sentia mesmo é que deveria ser amado e admirado por todos. Que loucura! Que imaturidade! Que ilusão! Que pretensão! Fui fisgado pelo pecado da arrogância de querer ser o que nem Ele foi entre os homens. Miserável homem que sou!&lt;br /&gt;Calei-me. Silenciei-me. A ponto de só ouvir as batidas do Seu coração. Minha mente vagueou; meus olhos fixaram-se no infinito; minha alma aquietou-se; meu espírito descansou como um filho que descansa nos braços do Pai, para ser inundado por seu amor Eterno. O olhar Dele me fez sereno, me sarou, me libertou, fez-me entender que devemos amar mesmo quando não se é amado, e que o ser desprezado é componente de um processo de ser cada dia semelhante a Ele.&lt;br /&gt;Levantei-me, olhei para Maria e vi no rosto dela a aparência do Filho. Então segui de volta no meu caminho, fortalecido pela forca do Seu olhar. Já bem longe ouvi a voz Daquele que me dizia: &lt;strong&gt;“Não temas, pois eu sou contigo; não te assombres, pois eu sou o teu Deus. Eu te fortalecerei, e te ajudarei; eu te sustentarei com a destra da minha justiça”&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-3965896178294537092?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/3965896178294537092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/01/uma-incomoda-experiencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3965896178294537092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3965896178294537092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2010/01/uma-incomoda-experiencia.html' title='&lt;em&gt;Uma incômoda experiência &lt;/em&gt;'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-8186909794101477289</id><published>2009-12-16T05:17:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T05:48:29.422-08:00</updated><title type='text'>FINAL DE ANO.</title><content type='html'>Final de Ano! É puramente uma questão cronológica, que serve para estabelecer limites e delimitar parâmetros que contribuirão para evolução da História. Tem a ver muito mais com transição do que com conclusão. É algo exclusivamente terreal. Deus criou tudo, e tudo na terra passou a ter princípio e fim; ao intervalo entre um e outro se chamou de Tempo. O começo e o fim estão dentro do tempo e só existem por causa da criação.&lt;br /&gt;O fim é relativo, porque o que agora é fim para um, pode ser o começo para outro. No final do ano se finda o calendário e muda-se a data, mas isso não quer dizer que houve conclusão de tudo, ou final de vida. Isso porque “&lt;em&gt;o tempo não pára&lt;/em&gt;”, como dizia Cazuza.&lt;br /&gt;Se formos bem realistas, o final de ano é: “&lt;em&gt;um fim que não é fim&lt;/em&gt;”. A consciência desta realidade, talvez tornasse as festas de final de ano bem melhores. De todo último dia de cada mês, o dia 31 de dezembro é o que mais chama atenção. Este dia evidencia coisas significativas, tais como: &lt;em&gt;passado e futuro; terminar e recomeçar; velho e novo; sonhos e projetos; expectativas e esperança.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Entre o dia 31 de Dezembro e o dia 1º de Janeiro há verdades que são pouco evidenciadas, senão vejamos:&lt;br /&gt;- Espera-se um ano inteiro para se viver e festejar um tempo muito curto de transição. Já que é do fim para o início, só temos 24 horas. Conclusão: O valor do tempo não está apenas na quantidade, mas principalmente no grau de importância que damos a ele.&lt;br /&gt;- Na virada de ano, a narrativa da história sofre uma pausa para fazer a transição apenas da data, porque nem tudo muda e a vida continua seu percurso natural. No seu livro “&lt;em&gt;Feliz Ano Velho&lt;/em&gt;”, o Marcelo Rubens Paiva através da sua própria vida, consegue expressar muito bem isso. Já que muitas coisas do Ano Velho continuam no Ano Novo, o Ano Velho pode ser feliz também.&lt;br /&gt;- O "velho" sonha com o "novo" e o "novo" revigora o "velho". Na verdade a grande expectativa é o nascer do “novo”. No entanto, uma vez o “novo” chegando, o que já existia fica mais velho ainda, e o que nasceu no primeiro dia, a partir daí já começa a envelhecer, inclusive o Ano novo.&lt;br /&gt;- É o único período em que a maioria das pessoas mata o sono em busca de novos sonhos. Todos ficam acordados sonhando de olhos abertos à espera do “novo”. Sonhar não é uma questão de tempo, mas de expectativas e desejos.&lt;br /&gt;- A idade e a vida se completam. A idade aumenta, e o tempo de viver diminui. Ter vida longa tem a ver com a quantidade de tempo vivido; viver intensamente tem a ver com a qualidade com que usamos o tempo.&lt;br /&gt;É incômodo para todo ser humano aceitar que ficamos limitados pelo tempo. Essa inquietação é decorrente da nossa originalidade: Fomos criados para sermos eternos. “&lt;em&gt;Deus pôs a eternidade nos corações dos homens&lt;/em&gt;” (Ecl.3:11). Dentro da eternidade deveríamos transcender o tempo, no entanto, o nosso mau uso do tempo, fez esse mesmo tempo nos aprisionar.&lt;br /&gt;O tempo nos tragou, ou seja, nos tirou da eternidade. Então passamos a lutar contra a limitação do próprio tempo. Além do mais o tempo é traiçoeiro, porque em determinados momentos pensamos que ele findou, mas na verdade ele continua presente; é o caso do Final de Ano.&lt;br /&gt;Como tudo que Deus criou deve alcançar o sentido e o propósito de ser, Ele mesmo nos capacitou a usar o tempo da melhor maneira possível. Aqueles que sabem remir bem o tempo sabem também, dentre outras coisas, usufruírem o melhor que um Final de ano proporciona.&lt;br /&gt;Um Final de ano tem diversas roupagens, porque primeiramente é gerado na cabeça de cada um. É cada pessoa que cria a forma como quer passar seu final de ano. Mas para quem quer ganhar tempo, o importante mesmo é vivenciarmos com toda intensidade este dia, fazendo dele uma grande festa. Mesmo consciente da não intermitência do tempo, opto por fazer do Final do Ano um motivo de festejar a vida com a Vida e com quem tem vida.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Um feliz Final de Ano e um abençoado Ano Novo!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-8186909794101477289?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/8186909794101477289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/12/final-de-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8186909794101477289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8186909794101477289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/12/final-de-ano.html' title='FINAL DE ANO.'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-5104528746434682170</id><published>2009-11-25T10:14:00.000-08:00</published><updated>2009-11-25T10:28:27.192-08:00</updated><title type='text'>VIVER</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sem perceber..., fui percebendo. A vida me ensinou o significado de Viver.&lt;br /&gt;A intensidade de um viver bem vivido transcende o tempo do tempo.&lt;br /&gt;É no prazer de viver bem, que o tempo torna-se etéreo e eterno ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Um minuto de bem viver, sobrepuja o êxtase de um orgasmo sublunar. [&lt;em&gt;Coisa que só o amor explica&lt;/em&gt;].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que foi..., deixou de ser; o que será..., ainda não é. Conclusão: Viver é!&lt;br /&gt;A verdade é que só se vivi o agora. O passado é lembrança; o futuro é esperança.&lt;br /&gt;E o que mudou? Apenas passou a ser o que tinha que ser.&lt;br /&gt;E o que será? Só será o que tem que ser. E o que já é? É, porque é o que é. [&lt;em&gt;É ilusão tentar entender&lt;/em&gt;].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por muito tempo tentei definir o viver a partir do saber.&lt;br /&gt;Busquei entender o viver por meio da insensatez e mediocridade da mente humana.&lt;br /&gt;E aí, só consegui alimentar a minha frustração diante da ilimitada limitação da criação.&lt;br /&gt;Cansado de querer saber, me rendi diante do viver. Entendi! [&lt;em&gt;Não é preciso saber, basta viver&lt;/em&gt;].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem: “A vida é bela!” Mas só é bela quando sua beleza é fruto do viver a [na] Vida.&lt;br /&gt;A beleza da vida está em simplesmente viver o que a vida é: Vida!&lt;br /&gt;A essência da vida está no Ser; o prazer de viver está em deixar-se ser para o Ser.&lt;br /&gt;Viver é, antes de tudo, “ser” o que nasceu pra “ser” [&lt;em&gt;Pela graça de Deus somos o que somos&lt;/em&gt;].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero entender o viver...&lt;br /&gt;Simplesmente, Vivo! &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-5104528746434682170?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/5104528746434682170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/11/viver.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/5104528746434682170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/5104528746434682170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/11/viver.html' title='VIVER'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-7829650934370493765</id><published>2009-10-31T05:15:00.000-07:00</published><updated>2009-10-31T05:24:06.673-07:00</updated><title type='text'>NUANÇAS DA GRAÇA</title><content type='html'>Embora saiba que a graça de Deus, na sua totalidade, não pode ser explicada e nem entendida pela mente humana, todavia sei que é possível detectarmos algumas nuanças dela, que somente são reconhecidas por aqueles que não buscam explicações plausíveis, mas apenas vivem e usufruem intensamente os seus benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem sombra de dúvida, uma das qualidades de alguém que tem intimidade com Deus é quando este alguém aprendeu a viver pela Sua graça. Um dos matizes da graça que mais me chama atenção é o efeito contrário que ela gera no indivíduo em relação aos padrões e valores terreais. Enquanto o “ser” representa para muitos, ter encontrado o tesouro perdido nas profundezas do oceano; para quem vive pela graça o “ser” representa ser o próprio tesouro que torna o espetáculo da vida mais bonito, e que nos capacita a ver e usufruir também das riquezas e maravilhas deste mesmo oceano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela Graça que me alcançou, me rendi diante da graça que contradiz a razão humana; que torna louca a sabedoria deste mundo; que faz as coisas vis e desprezíveis aniquilarem as que parecem ter valor, com o fim de confundir os que se acham sábios. Por um bom tempo, como cristão, vivi debaixo da graça de Deus sem, no entanto, experimentar a “loucura” desta graça. Vivia no limbo da graça. Porém, pela misericórdia de Deus, fui acordado a tempo de não permitir que a religião aliada com a instituição, continuasse me sufocando e impedindo-me de ser marcado pelos lampejos do favor eterno do Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O peso da doutrina sem o aquecimento da graça cauterizou minha mente e me acorrentou a uma vida sem graça, estreita e enviesada. Preso pela ditadura dos padrões evangélicos, e não cristãos, deixei de usufruir o que foi intitulado de abominável e vulgar, pela religião. Ceguei, por um tempo, para os detalhes ignotos da vida, que produzem os prazeres mais sublimes para a sobrevivência de um “ser” criado conforme a imagem de Deus. Hoje, tudo faz sentido. Porque pela graça de Deus, aprendi a tirar proveito de tudo; aprendi a valorizar muito mais as coisas que produzem resultados permanentes, tais como: Ir ao cinema para assistir um bom filme com minha esposa; emocionar-me com a leitura de um romance e de uma poesia; ouvir o canto de um pássaro ao amanhecer; condoer-se com o olhar de um adolescente no semáforo; relaxar ouvindo a melodia de uma boa música; contemplar a linha do horizonte no oceano; sentir a brisa da aurora da manhã; andar na praia ao entardecer; beber um bom vinho; gritar “gol” com meu filho; comprar um bom livro para minha filha; papear na roda de amigos; assistir uma boa peça teatral; usufruir o silêncio da madrugada; extasiar-se diante do inexplicável; sorrir das minhas próprias limitações; andar de mãos dadas com as diferenças pessoais; enfim, decidir simplesmente viver e viver cada minuto com toda intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essas alturas da minha vida, quero viver integralmente o que a graça de Deus me presenteou, independente de qualquer coisa. Quero viver a liberdade de ser livre, mesmo que seja tachado de louco, até porque, é impossível viver a liberdade sem experimentar a “loucura” da graça. Prefiro ser louco, não da mente, ou ser demente, mas louco para esvaziar a mente e ser cheio da mente de Cristo. A graça de Deus foge à razão humana; é algo extraordinário, porque faz a gente tocar no intocável, ver o invisível, compreender o incompreensível, tolerar o intolerável humano, e até mesmo acreditar que os “loucos” também amam (&lt;em&gt;e quem sabe verdadeiramente amar?&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão. De imediato a graça de Deus me livrou do inferno das trevas, e no decorrer do tempo vai me livrando do inferno da terra. A graça também me libertou de uma vida sem-graça, e de graça me deu uma nova vida cheia de graça. Isso aconteceu porque entre a sanidade humana e a “loucura” da graça, escolhi esta, que si manifesta em Deus, por meio de seu filho, Jesus!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-7829650934370493765?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/7829650934370493765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/10/nuancas-da-graca.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7829650934370493765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7829650934370493765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/10/nuancas-da-graca.html' title='NUANÇAS DA GRAÇA'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-7775675082574185622</id><published>2009-10-17T05:56:00.000-07:00</published><updated>2009-10-17T06:01:14.720-07:00</updated><title type='text'>Lembranças da infância</title><content type='html'>Os tempos mudam! O que era especial ontem, hoje já não se dá tanta importância. Lembro-me dos momentos especiais de final de semana, com a família toda, reunida na copa-cozinha ao redor de uma grande mesa feita de pau d’arco. Momentos inesquecíveis que não voltam mais. Naqueles momentos, pelo fato de estarmos todos juntos, tudo era festa, a alegria inundava o ambiente e isso gerava uma mistura de prazer e felicidade. Qualquer coisa era motivo de sorrir e dá gargalhada, ríamos por bobagem, a ponto de derramarmos lágrimas. Havia liberdade de ser quem realmente éramos sem medo de sermos rejeitados.&lt;br /&gt;Domingo! Significava mesa cheia (&lt;em&gt;Só quando começamos a estudar que passamos a dizer mesa farta&lt;/em&gt;). A galinha caipira não podia faltar, e quem melhor preparava era papai.  Ele também fazia o suco de cupuaçu, que ele chamava de vitamina KB12, para nós era o melhor suco do mundo. Sentíamos orgulho de dizer isso, ele também, é claro! Mamãe se realizava ao ver toda a família reunida. As coisas aconteciam naturalmente. Havia a hora do almoço e da janta (&lt;em&gt;dizer “almoçar” e “jantar” era coisa de granfino, ou seja, de gente rica&lt;/em&gt;). Ninguém comia primeiro até que todos estivessem na mesa. Ai daquele que sentava para comer “nu de cintura pra cima”, para meus pais era inadmissível. Só havia um momento de silêncio, quando mamãe fazia a oração de agradecimento a Deus pela comida e pela família.&lt;br /&gt;Hoje, a maioria das famílias não prepara jantar, fazem apenas um lanche, que no final das contas acabam comendo mais do que se jantassem realmente. Na minha infância, o jantar era preparado todos os dias, e servido às 6:00h da tarde. De vez enquando mamãe preparava uma sopa, era tão forte e saborosa que quando comíamos, suávamos por todos os lados do corpo (&lt;em&gt;eu sei, hoje é por todos os poros&lt;/em&gt;). Nos dias de lua cheia, antes de dormir, nos reuníamos na área livre enfrente da nossa casa, que meus pais chamavam de “terreiro”, e ficávamos papeando até dá sono. Papai gostava de cantar a música de Nelson Gonçalves “Boemia” e mamãe cantava músicas de Ângela Maria. Tinha uma música que até hoje me lembro dos dois cantando: “Fiz uma casinha branca lá no pé da serra pra nós dois morar, fica perto da barranca, do rio Paraná...”. Havia o momento de contar estórias. As estórias que Papai contava eram demais. Só quem sabia contar melhor era ele. A nossa estória predileta era a da onça pintada; pedíamos pra ele contar várias vezes, e ele contava que parecia de verdade. Já mamãe só contava estórias de assombração e visagem, eram as últimas estórias que ouvíamos, porque quando ela terminava, todos iam dormir escondidos debaixo dos lençóis. Mas tudo isso era significativo e excitante para nós.&lt;br /&gt;Minha família sempre aproveitava o tempo de cada fruta para ser motivo de estarmos juntos e fortalecermos nossa unidade. Tinha o período do milho. Papai comprava as espigas de milho para fazer canjica e comermos milho cozido. O preparo da canjica dava uma trabalheira doida. Tínhamos que ralar o milho. A primeira vez que ralei foi terrível, porque ralei também os dedos, e dessa vez a festa ficou sem graça pra mim. O consolo foi que mamãe deixou que eu comesse bastante canjica. Outro tempo bom era o tempo da juçara. Meus pais não gostavam de comprar juçara pronta, eles mesmos preparavam. Deixavam a juçara de molho até amolecer a polpa, depois colocava no alguidar e amassava com as mãos até toda a polpa se desprender dos caroços, e só então usava a peneira, feita de fibra de palha de arumã, para coar o líquido da juçara. Entre outros momentos, tinha o café da manhã que era recheado de: cuscuz de milho, beiju, macaxeira cozida, batata doce, cará e o leite mugido.&lt;br /&gt;À medida que fomos crescendo, essas coisas foram ficando para traz. Que pena! Sinto saudades! A correria para chegar ao trabalho e no colégio à tempo; a ânsia pelo prazer de viver coisas novas; o próprio desenvolvimento natural daquela geração; o avanço da tecnologia trazendo a televisão; o crescimento demográfico, etc., foram sufocando as coisas simples que vivíamos. Agregado a tudo que o desenvolvimento trazia, passamos a ver nosso pai preso pelo alcoolismo. E aí foi triste, porque tudo desmoronou. Só que a partir daí, é outra história. Fico por aqui. Em outro momento contarei essa parte. Porque o que quero mesmo, é evidenciar o lado lindo e maravilhoso que vivi com meus pais e meus irmãos. Sempre que lembro essas coisas, fico feliz, além de ser contagiado por um desejo muito forte de continuar vivendo e usufruindo coisas semelhantes com a minha família atual. Quando olho para traz e lembro-me destes momentos, só posso dizer que: &lt;strong&gt;Foi Deus quem me abençoou com estes momentos inesquecíveis. &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-7775675082574185622?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/7775675082574185622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/10/lembrancas-da-infancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7775675082574185622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7775675082574185622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/10/lembrancas-da-infancia.html' title='Lembranças da infância'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-2879286912191762299</id><published>2009-09-18T06:09:00.000-07:00</published><updated>2009-09-18T06:19:23.431-07:00</updated><title type='text'>DESGASTADO</title><content type='html'>É assim que me sinto! Consumido pelo atrito entre o “ser” e o “ter”.                                         Sinto-me como uma pastilha desgastada, que está na eminência de danificar o disco de freio do carro que me carrega. Preciso parar de ser desgastado pela própria vida e pela ação de um sistema dominante que escraviza o meu “ser”, caso contrário, me tornarei instrumento de desgaste na vida dos outros.&lt;br /&gt;Já não tenho estômago para suportar o gosto amargo da incoerência que permeia o mundo ao meu redor; que machuca minha consciência e agride minhas convicções. Vivo a agonia do “deixar tudo” para “ser tudo o que devo ser”; de reencontrar o que sempre busquei e que no decorrer do tempo fui perdendo.&lt;br /&gt;Sinto-me incomodado e tenso diante do que deve ser feito, do caminho a ser seguido e da decisão a ser tomada. Sou engodado pela circunstância e pela comodidade, e isso depõe contra mim mesmo. Angustio-me diante da minha vulnerabilidade e incapacidade de seguir a estrada que produz em mim leveza e liberdade.&lt;br /&gt;Percorro com os olhos à procura de cantos obscuros, com o fim de evitar o confronto comigo mesmo e com esta vida que me seduziu e me cercou de forma traiçoeira. Acabei me deixando levar por uma estrada de uma única via, e que só tem um ponto final: A insatisfação. Estou no final desta estrada; preciso retornar.&lt;br /&gt;Minha ânsia é pela liberdade de viver a própria liberdade. Quero abandonar o que me aprisiona, quero afastar-me do que me anula e me sufoca. Enclausuro-me dentro de mim mesmo, e isso trava minha essência de ser, agrava a dor da minha alma e sufoca minha existência. Cada minuto que passa, luto para não perder a luminosidade de quem já foi iluminado e marcado pela Verdade.&lt;br /&gt;Miserável homem que sou! Quem me livrará deste cativeiro? O que me sustenta é a certeza de que a Providência já providenciou minha libertação de tudo isso. Perdi o apetite, mas não perdi a esperança. Para Aquele que controla tudo, o desfecho de minha história está em suas mãos. O que vai ser não sei. Só sei de uma única coisa, preciso voltar a ser o que sempre fui antes de me encontrar nesse buraco negro.&lt;br /&gt;O meu alento é a certeza de que não estou só, Ele está comigo. Só a presença dele é suficiente para me fazer caminhar no caminho de volta para o propósito que Ele tem para mim. Sei que chegará o dia em que deixarei de está desgastado e estarei pleno e inteiro diante Dele. Meu descanso é continuar ouvindo Ele me dizer: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“A minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-2879286912191762299?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/2879286912191762299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/09/desgastado.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/2879286912191762299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/2879286912191762299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/09/desgastado.html' title='DESGASTADO'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-6793058605269555644</id><published>2009-08-26T07:14:00.000-07:00</published><updated>2009-08-26T07:19:31.508-07:00</updated><title type='text'>Rastro de uma vida</title><content type='html'>&lt;em&gt;Fui o que muitos já foram...&lt;br /&gt;Um idealizador de projetos insólitos;&lt;br /&gt;Um sonhador de sonhos inusitados;&lt;br /&gt;Um neófito prenhe da inocência e da imaturidade;&lt;br /&gt;Uma promessa de um futuro incerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No berço da família, fui...&lt;br /&gt;A realidade de quem sonhou o que não sonhei;&lt;br /&gt;Referencial dos filhos de pai ausente;&lt;br /&gt;Exemplo na perseguição da conquista;&lt;br /&gt;Escape para salvação dos que creram depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No aprendizado da vida, fui...&lt;br /&gt;Marinheiro de primeira viagem;&lt;br /&gt;Escora de quem chegou primeiro;&lt;br /&gt;Calo no pé de quem estava na vez;&lt;br /&gt;Dublê dos que não sabiam fazer;&lt;br /&gt;Salvação dos que não conseguiam ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando deixei pai e mãe, me tornei...&lt;br /&gt;Amado da minha amada;&lt;br /&gt;Referencial dos filhos que sonhei;&lt;br /&gt;Guardião da família abençoada;&lt;br /&gt;Sacerdote do grande Rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do caminhar no Caminho...&lt;br /&gt;De perdido fui achado;&lt;br /&gt;De bastardo fui feito legítimo;&lt;br /&gt;De escravo tornei-me livre;&lt;br /&gt;De livre tornei-me servo;&lt;br /&gt;De servo tornei-me filho por meio do Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decorrer do tempo...&lt;br /&gt;De menino cheguei a ser homem;&lt;br /&gt;De principiante tornei-me experiente;&lt;br /&gt;De obscuro passei a ser conhecido;&lt;br /&gt;De vulnerável tornei-me resistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sou o que sou.&lt;br /&gt;O que fui, fui; o que sou, sou; o que serei..., é o que desejo ser:&lt;br /&gt;Semelhante a Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-6793058605269555644?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/6793058605269555644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/08/rastro-de-uma-vida.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6793058605269555644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6793058605269555644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/08/rastro-de-uma-vida.html' title='Rastro de uma vida'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-7224152595369604171</id><published>2009-07-12T07:27:00.000-07:00</published><updated>2009-07-12T07:31:19.760-07:00</updated><title type='text'>FORMAS E FÔRMAS</title><content type='html'>Nasceram parecidas, mas não são gêmeas; são parônimas. Apresentam grafia e pronúncia parecidas, no entanto, tem significados diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No projeto da criação e da criatura, formas e fôrmas são marcas registradas do Criador. Ele deu forma à terra, que depois ficou deformada e vazia. Fez a criatura nascer disforme, já que o feto na fôrma com o tempo é que vai criando forma. Este, depois de formado, de qualquer forma tem que sair da fôrma. Fora da fôrma passa a viver de diversas formas. No decorrer do tempo, acontece o inverso, ele vai perdendo a forma até ser colocado em outra fôrma. Sem vida somos colocados na fôrma para perder a forma. No final, a forma e a fôrma se deformam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fôrma expressa uma forma de ser, por isso é estática. A forma expressa um modo de fazer, por isso é dinâmica. Existem diversos tipos de fôrmas; existem diversas formas, de ser, fazer e viver. A fôrma tem forma, então podemos dizer que, a forma define a fôrma. Tem fôrmas pra tudo; tem formas de tudo. A forma diversifica a fôrma, por isso tem fôrmas de diversas formas, no entanto, a fôrma uma vez estabelecida limita a forma. A fôrma engessa, formata, padroniza, e no decorrer do tempo, cauteriza e institucionaliza a forma. Daí podermos afirmar que tanto a forma como a fôrma podem se dissolverem ou se eternizarem, no curso da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As formas expressam diversidades, porque é possível se fazer a mesma coisa de diversas formas. Há quem de diversas formas vive; há quem só vive de uma forma, e acaba preso na fôrma. Há quem se forma, se conforma e se deforma. Há ainda quem gosta da fôrma, vive na fôrma e morre na fôrma. Só entra na fôrma quem se conforma; uma vez conformado, pra sair da fôrma só há uma forma, quando a fôrma se deforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega! Já estou farto desta salada que é feita de uma só forma; a forma da fôrma. Não dá mais pra engolir esta mistura, enjoei de comer da fôrma que me deixou fora de forma. Quero a forma que me reforma me transforma e me renova. Quero o formato da primeira fôrma, aquela que foi feita pelas mãos do Grande oleiro, que tem as medidas exatas da minha verdadeira forma: A forma de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus olhou para mim e me viu disforme, então por meio de Cristo me deu uma nova forma. Com o passar do tempo fui perdendo a forma e me enquadrando na fôrma de um cristianismo que não tem a forma de Cristo. Pela graça e misericórdia Daquele que me deu forma, fui liberto da fôrma que estava me deformando. Agora, só sei de uma coisa: &lt;em&gt;“Nele sou cada dia transformado, para chegar à forma e semelhança Dele mesmo”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-7224152595369604171?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/7224152595369604171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/07/formas-e-formas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7224152595369604171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7224152595369604171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/07/formas-e-formas.html' title='FORMAS E FÔRMAS'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-8771734659342028671</id><published>2009-06-29T14:24:00.000-07:00</published><updated>2009-06-29T14:47:53.322-07:00</updated><title type='text'>A IMPORTÂNCIA DO NOME</title><content type='html'>Na vida poucas coisas são mais importantes que o Nome.                                                                 Até Deus se autodenominou: No Velho Testamento é o Eu Sou, no Novo Testamento é Jesus Cristo, e depois do dia de Pentecoste é o Espírito Santo.&lt;br /&gt;O Nome é tão importante, que está inserido em um dos dez mandamentos de Deus.&lt;br /&gt;No decorrer dos tempos, nomear passou a ser motivo de estudo, daí surgiu a Onomástica e a Antroponímia, que trata do estudo dos nomes próprios e de pessoas.&lt;br /&gt;O primeiro trabalho executado por Adão foi dar nome aos “bois”, e acho que não foi fácil.       Tudo o que Deus criou tem nome, por isso podemos até dizer que, nesta vida tem nome pra tudo.&lt;br /&gt;Bastou nascer, tem que registrar o nome; cresceu, tem que ter Identidade; morreu, tem que colocar o nome na lápide. Quando não se acha nome, se coloca qualquer nome; só não pode é ficar sem nome. Basta observar que até o espaço vazio dentro de uma lata tem nome: &lt;em&gt;Filho, o que tem dentro da lata? “Nadinha”, mamãe.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Conheci um cachorro, cujo nome era Xô vê. “Xô vê” é redundância nordestina de “Deixa eu vê”. A família se reuniu para colocar o nome do animal. Quando alguém sugeria um nome, o outro dizia: Não gostei, xô vê outro. A coisa ficou tão difícil de dar nome, que acabaram chamando o coitado de Xô vê. A primeira vez que ouvi, pensei que era “chover” de chuva, mas me enganei.&lt;br /&gt;O nome é fator determinante na vida de uma pessoa, e até mesmo de uma empresa, loja, repartição, cidade, estado e nação.&lt;br /&gt;O nome pode aproximar ou afastar, porque fazemos relação do nome com aquilo que ele reflete; o nome pode gerar respeito, admiração e até gozação. Colocar nome de cantor, jogador e artista, nos filhos, se tornou epidemia no país. Na minha cidade, que é uma ilha, conheço muitas pessoas com nome de “João”, “Pedro” e “Paulo”, mas não conheço nenhum “Judas”, “Osama Bi Laden” ou “Saddan Russein”; de nome, é claro.&lt;br /&gt;O nome pode também prejudicar. Tem gente que deve Deus e o mundo por causa do nome, ou seja, o que vale é andar com a marca, com a griffe, isso é mais importante do que ficar endividado ou com a reputação pessoal comprometida.&lt;br /&gt;Tem gente que até morre por causa do nome, porque não importa quais conseqüências refrigerantes, uísque ou cigarros geram, mas se a marca está na mídia, isso é o que importa, &lt;em&gt;“a vida é minha...”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Brincar com o nome não é o problema, porque tem até apelido que passou a ser registrado como nome; o problema é com qual nome estamos brincando. Aqui no Brasil, “doido” é quem brinca com o nome de quem tem o poder de apagar o nome.&lt;br /&gt;No mundo há um Nome que é muito usado. Usado de muitas formas; com jeito, sem jeito e de qualquer jeito. Um nome que é adorado e rejeitado, reverenciado e negociado. Esse nome é o Nome que está acima de todo nome: &lt;strong&gt;JESUS CRISTO!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Infelizmente muitos têm usado o nome de Cristo de forma vulgar e irresponsável, porque não vivem os padrões que este nome exige; ignoram o terceiro mandamento: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Não tomar o nome de Deus em vão, não diz respeito somente à maneira, o modo, de falar.  Está acima disso. Trata-se de uma relação de aliança e compromisso de viver em função d’Aquele que tem esse Nome, de defender e guardar a imagem que esse Nome reflete. É como o casamento de um homem com uma mulher, onde a mulher assume o nome do esposo.&lt;br /&gt;Confeccionam-se adesivos com esse Nome e afixam nos automóveis, como se o nome em si, fosse mágico. Esquecemos que as letras J-E-S-U-S por si só são apenas letras e nada mais. Jesus ensinou isso dizendo: &lt;em&gt;“Nem todo que me diz Senhor, Senhor, herdará o reino dos céus”.&lt;/em&gt; O apóstolo Paulo afirmou que a letra sem o Espírito é morta e mata.  Admira-se o Nome, mas não se encarna a essência, a vida, que este Nome carrega.&lt;br /&gt;Aquele que tem o Nome que é maior que todos os nomes, têm poder de mudar tanto a vida como o próprio nome de uma pessoa. Abrão, Jacó e Simão, por causa do Nome, mudaram de vida e de nome.&lt;br /&gt;Sem nome é complicado conviver; sem engrandecer o Nome é difícil viver.&lt;br /&gt;Sem nome ficamos sem Identidade; sem o Nome que está acima de todo nome, perdemos nossa verdadeira identidade: Semelhantes a Jesus.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu Nome,...”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-8771734659342028671?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/8771734659342028671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/06/importancia-do-nome.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8771734659342028671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8771734659342028671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/06/importancia-do-nome.html' title='A IMPORTÂNCIA DO NOME'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-3709250700040732910</id><published>2009-06-13T18:16:00.000-07:00</published><updated>2009-06-13T18:24:57.446-07:00</updated><title type='text'>MEU SILÊNCIO</title><content type='html'>Os dois silêncios da vida me encantam; o externo e o interior. Sou amante do silêncio, porém detesto a solidão. Meu silêncio não é reflexo de nostalgia, de lembranças do passado, nem de sonhos do futuro. No silêncio vivo o presente com toda intensidade.&lt;br /&gt;Meu silêncio é o meu desejo de simplesmente ser e sentir; é também meu espaço particular onde só pode ser habitado por mim e por Deus. No silêncio consigo me encontrar comigo mesmo.&lt;br /&gt;É no silêncio que tenho sensibilidade para ouvir o gemido da alma e as batidas do coração; meus tímpanos são aguçados para ouvir, não apenas o que a boca fala, mas principalmente o que vem do íntimo. No silêncio aprendi a emprestar meus ouvidos para quem não tem com quem compartilhar sonhos e desabafar frustrações.&lt;br /&gt;O silêncio faz calar a minh’alma, anular minhas justificativas, destruir meus questionamentos, e matar minhas precipitações. No silêncio ouço o que não é falado, o que não é dito, o que não é revelado, por voz humana.&lt;br /&gt;Meu silêncio não torna minha consciência muda; não me faz calar diante da injustiça; não permite que minhas convicções sejam abaladas; nem me deixa ser moldado por conceitos e princípios ocos e ruidosos. &lt;br /&gt;No silêncio minha visão vai além do horizonte, chega aonde ninguém consegue chegar, e me faz perceber a beleza escondida nas coisas simples da vida. É no silêncio que minha intuição é estimulada e minhas percepções afinadas.&lt;br /&gt;No silêncio sou ao mesmo tempo, esvaziado e enchido, esfriado e aquecido, diminuído e expandido; posso parar e correr; chorar e sorrir; nascer, viver e morrer num só segundo. Em silêncio caminho no meio da multidão sem sair do meu estado de graça e paz interior.&lt;br /&gt;É no silêncio que sou levado ao santíssimo lugar, onde posso está com Deus face a face. É quando consigo ouvir o sussurro do Pai dizendo: Aquieta-te, estou aqui. E depois de ouvir a Sua voz, em silêncio me deleito Nele.&lt;br /&gt;Silêncio! Não faz zoada. Deus gosta do silêncio, também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-3709250700040732910?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/3709250700040732910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/06/meu-silencio.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3709250700040732910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3709250700040732910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/06/meu-silencio.html' title='MEU SILÊNCIO'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-4738866674161927616</id><published>2009-05-31T20:08:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T20:22:16.519-07:00</updated><title type='text'>LIVRE PARA SONHAR</title><content type='html'>Hoje foi um dia diferente. Aconteceu comigo o que Mário Quintana escreveu: &lt;em&gt;“Sonhar é acordar-se para dentro.”&lt;/em&gt; Acordei sonhando.&lt;br /&gt;Convido você para também sonhar; mesmo que seja lendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já pensou se...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tudo fosse diferente. Não só cantássemos: “Tudo é diferente, é tão diferente...”, mas tudo fosse realmente diferente...&lt;br /&gt;Os veículos não tivessem donos, e sim, ficassem à disposição de quem realmente necessitasse...&lt;br /&gt;Cada família fosse proprietária de apenas uma casa, de forma que tivesse casas para todos...&lt;br /&gt;Os lucros fossem equacionados de forma justa, de tal maneira que todos fossem beneficiados...&lt;br /&gt;A educação fosse possível a todos, e os professores fossem bem remunerados...&lt;br /&gt;Os hospitais fossem bem equipados, e os enfermos fossem bem assistidos...&lt;br /&gt;O chão não tivesse dono, e fosse ocupado conforme a necessidade real de cada família...&lt;br /&gt;Algumas profissões e invenções fossem desnecessárias, tais como: Vigia; policial, guarda de trânsito, guarda florestal, milagreiro, curandeiro, etc.&lt;br /&gt;Não existisse politicagem, e os governantes desenvolvessem a prática da verdadeira política...&lt;br /&gt;As descriminações perdessem forças, e a prática do amor Supremo prevalecesse sobre a humanidade...&lt;br /&gt;Os empregados não fossem escravos do trabalho, mas o ato de trabalhar fosse uma expressão de prazer e realização...&lt;br /&gt;Entre os homens, o prazer de dar fosse maior do que o de receber, e o de servir maior do que ser servido...&lt;br /&gt;Os templos não fossem vistos como os únicos lugares de adoração, e as pessoas fizessem de suas casas o principal local para cultuar a Deus...&lt;br /&gt;O desejo de ter vida longa fosse companheiro do desejo de ter vida abundante, e a idolatria fosse substituída pela adoração ao único Deus verdadeiro...&lt;br /&gt;Se todas estas coisas, e outras semelhantes, se tornassem realidades...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Aí sim, viveríamos com simplicidade e teríamos naturalmente uma qualidade de vida melhor.&lt;br /&gt;Não é preciso nem falar. Eu sei. É um sonho. Uma ilusão. Um desejo. É o ideal. Mas sei também, que tudo é diferente quando se pensa e sonha. A pesar de está calejado na vida, eu ainda não deixei de pensar e nem de sonhar. Prefiro fazer minhas as palavras de Victor Hugo: &lt;em&gt;“Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-4738866674161927616?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/4738866674161927616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/05/livre-para-sonhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/4738866674161927616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/4738866674161927616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/05/livre-para-sonhar.html' title='LIVRE PARA SONHAR'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-4814429242815234906</id><published>2009-05-19T07:36:00.000-07:00</published><updated>2009-05-19T07:38:34.476-07:00</updated><title type='text'>DESANDOU TUDO</title><content type='html'>Quando eu era criança, se dizia que ficar com diarréia é está com a barriga desandada. Segundo o Aurélio, desandar é fazer andar para trás, retroceder, entrar em decadência. Assim vive o Brasil. Com uma diarréia crônica.&lt;br /&gt;Chegamos num estado que até o céu brasileiro “se revoltou”. Convenhamos; tudo tem limite. O resultado é enchente no Nordeste e seca no Sul.&lt;br /&gt;A natureza nos privilegiou; atualmente, conforme anunciado pelo Presidente do Brasil, somos auto-suficiente em petróleo. O país possui a terceira maior reserva natural de petróleo do mundo, porém vende o litro de gasolina mais caro, da América do Sul. Dá pra entender?&lt;br /&gt;Temos a floresta mais rica do mundo, no entanto, está sendo devastada a cada dia, e isso gera destruição dos ecossistemas, exterminação das espécies e desestabilização das estações climáticas. Um absurdo, não é mesmo?&lt;br /&gt;O país está de cabeça para baixo. A coisa desandou tanto, que o cinismo passou a dá Ibope. Este é o retrato do país:&lt;br /&gt;É liderança política que fala muito, mas nunca tem conhecimento dos fatos. Isso é o que eles dizem: “não sabia”, “não sei”, “não é meu; não é meu”.&lt;br /&gt;É violação do direito de governar, de quem foi eleito, para satisfazer capricho de quem não aceita ficar sem o poder de controlar.&lt;br /&gt;É aprovação de emendas espúrias, aprovadas por um bando de gente que não si emenda.&lt;br /&gt;É definição de cotas nas Universidades, para ratificar a realidade de racismo no país.&lt;br /&gt;É prisão de traficantes de periferia, e liberdade dos tratantes de colarinho branco, que vivem na prática da patifaria.&lt;br /&gt;É encarcerado passando final de semana em casa, para em liberdade, matar mais uma vítima da sujeira da “gentil pátria amada”.&lt;br /&gt;Chegamos num nível de insensibilidade tamanha, que os pais jogam os filhos pelas janelas dos prédios, e as emissoras de televisão tiram proveito para ganhar audiência.&lt;br /&gt;É torcida organizada matando rivais, e o grito de “gol” ecoando em todos os Estádios do país do futebol.&lt;br /&gt;Da forma como estamos indo, não há cristão, digo, Brasileiro com “b” maiúsculo, que agüenta.&lt;br /&gt;O Brasil vai de mal a pior. Somos um povo que se identifica com tudo, no entanto não possuímos uma identidade própria, definida. Por isso, a glória do passado é esquecida e a paz no futuro é incerta.&lt;br /&gt;Soa na mente de cada brasileiro a seguinte questão: O que será desta nação, amanhã? Qual grandeza o futuro do Brasil vai espelhar?A pergunta é lançada no ar. É falada e também cantada. Cantada por quem já viveu e também por quem ainda vive, neste país. Renato Russo cantou: “Que país é esse?” e João Alexandre canta: “O que será do futuro do nosso país?”&lt;br /&gt;O ditado popular diz: A esperança é a última que morre. Eu digo: A esperança pode até não morrer, mas muitos brasileiros com esperança à terra desce.&lt;br /&gt;Como filho que não foge à luta, creio que no meio deste caos nacional, se manifestará o Gigante pela própria natureza, e levantará os filhos que estão deitados em berço esplêndido, para se tornarem parte de um povo heróico e de brado retumbante.&lt;br /&gt;Só assim, este país será composto de um exercito de filhos com a mesma visão dos dois espias israelitas, que avançaram para conquistar a terra prometida; ao contrário dos desandados, digo, dos dez que não andaram.&lt;br /&gt;Concordo com o que Kleber Lucas canta: “A vida é melhor, quando se têm, a coragem de contrariar, os caminhos da população”. Se cada um agir assim, não será preciso o Brasil chegar ao fim do túnel para ser iluminado pela Luz do céu profundo e do sol do novo mundo. Por meio Dele, com certeza, a Luz da liberdade brilhará no céu do Brasil.&lt;br /&gt;Apesar de tudo, eu vou continuar acreditando que moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-4814429242815234906?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/4814429242815234906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/05/desandou-tudo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/4814429242815234906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/4814429242815234906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/05/desandou-tudo.html' title='DESANDOU TUDO'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-5865780088166362886</id><published>2009-05-07T06:18:00.000-07:00</published><updated>2009-05-07T06:31:14.501-07:00</updated><title type='text'>VAZIO INTERIOR</title><content type='html'>De alguma forma, escrever é esvaziar o dique interior. É por isso que sempre que escrevo algo, quando concluo, me sinto leve e relaxado. Estranho! Desejei relaxar então resolvi escrever, e tomei um susto quando descobri que o meu interior estava vazio. Sei que não deveria me assustar, isso acontece com todo mundo, mas me assustei. Não saía nada, não havia inspiração. Meu dique estava seco. Insisti em escrever, porém minha escrita continuava vazia, porque o vazio interior insistia em permanecer. Ele queria ser valorizado. Queria fazer parte da escrita. Queria revelar sua importância, seu valor, seu propósito de ser sentido e de fazer parte de mim. A realidade de estar vazio me fez parar. Pensei, repensei, refleti, e então entendi. Hoje é a vez Dele, porque foi Ele quem me esvaziou, para que eu fosse cheio Dele mesmo. A partir daí o incômodo vazio interior se transformou em um belo vazio inspirador.&lt;br /&gt;Aquele que se esvaziou primeiro foi também quem me encheu, e me fez vê as coisas boas da minha vacuidade interior.  Lembrei do meu primeiro encontro com Ele. Estava cheio de dúvidas e incertezas, e Ele me esvaziou primeiro para depois me encher de esperança. Vi e senti como é saudável um coração desabitado de rancor, de ódio, de inveja, de soberba e de cobiça. Meus medos e inseguranças criaram asas e se foram. Meu coração foi esvaziado e um espaço foi aberto para ser inundado pela Fonte de verdadeira inspiração.&lt;br /&gt;Ele me fez compreender porque minh’alma estava oca, porque minha escrita não tinha vida. Com Ele aprendi que: &lt;em&gt;O esvaziamento interior antecede a verdadeira transformação humana, porque dá lugar Àquele que enche tudo em todos e é o único que pode preencher plenamente aquele espaço da alma, que só cabe Ele mesmo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Vivi a antítese na íntegra: é preciso está vazio para poder ser cheio. É quando estamos vazios que a nossa alma clama, e clama porque está abatida. Como o salmista, praticamos solilóquio, questionamos nossa própria alma: &lt;em&gt;“Por que estás abatida, ó minh’alma? Por que te perturbas em mim?...”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O meu vazio interior falou tão alto, que minha alma conseguiu ouvir a voz Daquele que me inspirou a continuar escrevendo. Com Ele meu dique interior se encheu e minha escrita passou a ter vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-5865780088166362886?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/5865780088166362886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/05/vazio-interior.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/5865780088166362886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/5865780088166362886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/05/vazio-interior.html' title='VAZIO INTERIOR'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-5279538179459478486</id><published>2009-04-16T19:20:00.000-07:00</published><updated>2009-04-16T19:26:25.789-07:00</updated><title type='text'>ENTEDIADO PELA VIDA</title><content type='html'>A vida na terra é a soma do complexo com o imprevisível. Não há como fugir disso. Vivemos de mãos dadas com a incerteza, porque não temos poder para definir o começo nem o fim de nada que seja permanente; além do mais a história tem o seu início e desfecho moldados pelas mãos do exímio e perfeito criador, Deus! Se formos verdadeiros e bem humanos, esse condicionamento pode tornar a vida insossa, tediosa, sem brilho e sem expectativa. É bem verdade que fomos criados para ter domínio sobre a criação, mas é daí que reside o nosso verdadeiro problema, ou seja, queremos que este domínio se amplie sobre a criatura e o criador.&lt;br /&gt;Olhando nesta perspectiva, tudo fica sem sentido, nos vemos como se fossemos robôs teleguiados por um controle mecânico, e aí complica, porque a vida passa de prazer para desespero, já que o botão de controle pode ser acionado qualquer hora, qualquer minuto, qualquer segundo, qualquer... , DESLIGOU TUDO, só resta a estrutura.&lt;br /&gt;Por conta disso, usamos a liberdade de praticar o domínio que nos foi outorgado, para limitar a liberdade do outro e competir com o domínio imarcescível de Deus. Agindo assim, achamos que não viveremos enfadados pela vida. E o mais esdrúxulo em tudo isso, é que nós mesmos somos causadores da nossa própria desgraçada, ou seja, uma vida sem graça e sem sentido.&lt;br /&gt;Esquecemos que o poder de dominar vem daquele que tem todo domínio, porque primeiro é e existe antes de todas as coisas; que antes de termos capacidade de dominar, não éramos, não existíamos. Conclusão. Tornamo-nos tolos. Deixamos de usufruir a vida na sua plenitude, porque esquecemos que existimos não apenas para dominar, mas para viver e viver para Aquele que decidiu fazer a gente existir.&lt;br /&gt;Existir vem antes de dominar, logo: “O sentido da vida não está em dominar, e sim em existir”.&lt;br /&gt;Recebemos do Autor da vida a vida. A partir daí somos responsáveis pela qualidade de vida que queremos ter. Cabe a cada um escolher: viver para dominar, ou ter domínio para viver. Esta escolha definirá se seremos ou não, entediados pela vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-5279538179459478486?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/5279538179459478486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/04/entediado-pela-vida.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/5279538179459478486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/5279538179459478486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/04/entediado-pela-vida.html' title='ENTEDIADO PELA VIDA'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-1746980096857669775</id><published>2009-03-23T20:15:00.000-07:00</published><updated>2009-03-23T20:21:56.674-07:00</updated><title type='text'>INUSITADA INTIMIDADE</title><content type='html'>&lt;span &gt;São 5:00h, é madrugada de domingo. O bem-te-vi já anuncia a chegada de um novo dia. Da janela do prédio onde moro, já vislumbro os raios de um sol que segue o seu percurso, de forma imponente.&lt;br /&gt;Sabe aquele dia em que o silêncio interior é infinitamente maior que o exterior..., estou neste momento vivenciando este êxtase espetacular. Sinto leveza. Interiorizo-me. Pressinto a aproximação do intocável. Deleito-me com a sensação da presença do Sublime. Aos poucos a solidão vai se esvaindo, e aí tudo faz sentido. Já não me sinto só, me encontro comigo mesmo, e à medida que mergulho no que me é desconhecido, passo a conhecer quem eu sou. Então..., descubro que somente Nele posso contemplar a minha verdadeira imagem, Ele mesmo.&lt;br /&gt;Neste momento, entendo o que é ser habitado por Aquele que é maior do que eu, maior que o mundo. Sinto-me completo, inteiro. Uma mistura acontece, e ao mesmo tempo sou criança, sou jovem, sou homem. Loucura? Talvez. Mas é o que sinto e o que vivo. Neste momento nada mais importa. Porque nesta loucura me sinto eu, além de intenso prazer. Devaneio. Sugo, mamo, o prazer e o gosto de está nu, descoberto das folhagens da vergonha. É somente assim que consigo me aproximar e me entregar nos braços do Pai.&lt;br /&gt;Nos braços acolhedores do Pai, sou enlaçado, envolvido, acalentado, protegido e mimado. Fico quieto, relaxo, pego no sono e sonho.                                                                                 Mas..., no melhor do sono, Ele me acordou.&lt;br /&gt;O sol caminhou, o dia chegou. A vida me espera lá fora, e é lá que a minha verdadeira imagem deve ser refletida. Então eu volto. E quando volto, encontro Ele, porque de lá Ele nunca saiu.&lt;br /&gt;São 8:00h, é manhã de domingo.O bem-te-vi silenciou e o sol seguiu o seu percurso, de forma imponente.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-1746980096857669775?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/1746980096857669775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/03/inusitada-intimidade.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1746980096857669775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/1746980096857669775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/03/inusitada-intimidade.html' title='INUSITADA INTIMIDADE'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-6767602435569994681</id><published>2009-03-03T04:34:00.000-08:00</published><updated>2009-03-03T04:40:24.532-08:00</updated><title type='text'>UM VALOR DESVALORIZADO</title><content type='html'>“... mais vale o vizinho perto do que o irmão longe” (Pv.27:10).&lt;br /&gt;No geral, tudo que as pessoas realizam é com propósito de ter lucro, ganho e reserva. E isso não diz respeito apenas à parte financeira, mas também a todas as outras áreas da vida.&lt;br /&gt;Esse anseio desesperado pelo lucro tem levado muitas pessoas a perderem as coisas valiosas que estão ao seu dispor gratuitamente.&lt;br /&gt;O desejo desenfreado pela lucratividade tem tornado a humanidade insensível aos verdadeiros valores da vida, que na maioria das vezes estão tão próximos de nós, no entanto, não percebemos.&lt;br /&gt;Esquecemos que o ganho é relativo e temporal. O que tem valor para um, pode não ter o mesmo valor para o outro; o que hoje para mim é lucrativo, amanhã pode não ser.&lt;br /&gt;Esta é uma das coisas que denota a grande incoerência entre o grau de desenvolvimento e a qualidade de vida desta geração.&lt;br /&gt;Uma das áreas que mais sofre os efeitos deste desequilíbrio é a dos relacionamentos. A perseguição pelo lucro destrói o senso de valor ao próximo, de quem está perto. Esta geração valoriza muito mais quem está do outro lado, do que quem está ao lado. Centralizamos nossa atenção e admiração em quem não nos vê, e esquecemos ou ignoramos quem está ao nosso lado, convivendo conosco.&lt;br /&gt;É mais cômodo se relacionar com quem está do outro lado do mundo, do país, da cidade e até mesmo do outro lado da linha, porque não exige convivência que revela as diferenças, os defeitos, as manias e vícios, que temos que suportar; não exige abrir mão, ou perder qualquer coisa, para manutenção de um relacionamento interpessoal.  Quem está do outro lado é alguém que podemos nos desligar automaticamente, basta apertar o botão. Em contrapartida, é relacionamento que não produz sinergia e nem possibilidade de socorro bem presente nas tribulações.&lt;br /&gt;Quem está do nosso lado é nosso verdadeiro vizinho, e pode ser o cônjuge, o filho, um amigo, quem mora na casa ao lado ou até mesmo um irmão. Infelizmente os meios de comunicação criados pelos homens, com o fim de facilitar os relacionamentos, são usados de forma indevida. Existem pais que entram mais no site, email e blog de quem está do outro lado, do que no quarto do filho que está ao lado, precisando do carinho desse vizinho especial.&lt;br /&gt;Conviver (viver com) é tão importante para a humanidade, que o próprio Deus, que coexiste na Trindade, após criar o homem disse: “Não é bom que o homem esteja só”.&lt;br /&gt;Muitas vezes somos omissos diante das necessidades das pessoas carentes, que estão ao nosso lado. Esquecemos que, segundo as escrituras, olhar, cuidar, amar e se interessar por quem está próximo é demonstração de que amamos a Deus. A linguagem básica do evangelho é: Comunhão, aproximação, estar junto, com Deus e com o próximo. Por isso Jesus disse: “Estarei convosco todos os dias, não te deixarei, até a consumação dos séculos”.&lt;br /&gt;Normalmente, valorizamos muito mais as coisas que estão longe do nosso alcance e da nossa visão, e acabamos desvalorizando valores preciosos que estão permanentemente ao nosso lado. Ansiamos por conhecer a beleza de um lugar distante e deixamos de usufruir as maravilhas do lugar onde Deus nos colocou. Achamos que do outro lado sempre é melhor do que o lugar, a casa, os amigos, a igreja, os vizinhos e até mesmo a família, que temos. Agindo assim, deixamos de viver intensamente tudo aquilo que nos foi dado, gratuitamente, pela Providência.&lt;br /&gt;Amemos, valorizemos, cuidemos e vivamos de forma intensa, tudo o que Deus colocou ao nosso lado, porque agindo assim, acumularemos lucros eternos, e o prazer e amor pelas coisas e pessoas distantes terão mais significado e sentido. “... Pois aquele que não ama (valoriza) o seu irmão, a quem vê (está perto), como pode amar a Deus, a quem não vê (distante a olho nu)?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-6767602435569994681?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/6767602435569994681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/03/um-valor-desvalorizado.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6767602435569994681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6767602435569994681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/03/um-valor-desvalorizado.html' title='UM VALOR DESVALORIZADO'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-3448476571343553922</id><published>2009-02-13T07:49:00.000-08:00</published><updated>2009-02-13T07:51:58.023-08:00</updated><title type='text'>AMIGOS IRMÃOS</title><content type='html'>Vivemos em uma geração onde os valores nobres foram esquecidos. Hoje, se estabelece vínculos de interesses e trocas, não de amizades resultante de aprofundamento de almas. Solidão, isolamento, individualismo, frieza, são marcas de uma geração que desconhece o maravilhoso desejo de Deus para humanidade: É bom que os homens estejam juntos e em união.&lt;br /&gt;Ter amigo é raridade e para muitos chega a ser ilusão. É quando se acha um verdadeiro amigo que se percebe a profundidade e beleza da música de Milton Nascimento: “Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves; dentro do coração...”&lt;br /&gt;Infelizmente nossas igrejas estão cheias de irmãos e escassas de amigos, como se ter e ser amigo não fizesse parte do projeto de Deus para seus filhos. O problema é que ser irmão é questão de posição espiritual, enquanto ser amigo é questão de envolvimento, intimidade e decisão.&lt;br /&gt;Para Jesus, a intensidade maior de amor é medida pela capacidade de alguém que dar a própria vida pelos seus amigos, e isso Ele fez. Ensinou que uma amizade verdadeira só pode ser construída por meio da transparência, do saber e conhecer do outro além do que todos já sabem.&lt;br /&gt;Talvez o problema dos relacionamentos resida em não querermos ultrapassar a barreira do trivial, do comum. Nos conformamos com famílias compostas de casais, pais  e filhos sem serem amigos; líderes e liderados sem vínculos de amizades; e até grupos e nações sem espírito de convivência amigável.&lt;br /&gt;Fazer amigos exige dilatarmos a mente e o entendimento, em busca de um aprofundamento real das conseqüências do sacrifício de Cristo, pois segundo as escrituras, Ele destruiu a parede de separação, a barreira de inimizade que estava no meio dos homens.&lt;br /&gt;Melhor do que ter amigo é ter amigos irmãos. É se envolver com gente diferente da gente, mas que si identifica com a gente. É ser envolvido por gente apegado à gente, que nos ama em todos os momentos e que na angústia se torna irmão.&lt;br /&gt;Ter uma família de muitos irmãos é projeto quantitativo, enquanto, ter uma família de muitos amigos irmãos, todos parecidos com Jesus, é projeto qualitativo de Deus.&lt;br /&gt;A noiva de Cristo, a igreja, está vivendo uma crise de ausência de amigos, porque muitos dos que foram feitos irmãos, querem o lugar do Noivo, que é Jesus, em vez de serem amigos do Noivo e amigos dos irmãos.&lt;br /&gt;Vamos construir uma comunidade de discípulos, que por meio de Cristo, se tornem amigos irmãos.&lt;br /&gt;Obs. Caso queira fazer algum comentário sobre o texto, vai uma questão para reflexão: Amigos irmãos ou irmãos amigos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-3448476571343553922?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/3448476571343553922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/02/amigos-irmaos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3448476571343553922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/3448476571343553922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/02/amigos-irmaos.html' title='AMIGOS IRMÃOS'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-8086815909775619441</id><published>2009-01-30T05:01:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T05:06:58.032-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;TENHO MEDO...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;...de voltar a ser normal e deixar de ser natural;&lt;br /&gt;...de achar que sou tradicional ou até mesmo pentecostal e abdicar de ser espiritual;&lt;br /&gt;...de me tornar individual e esquecer o meu pessoal;&lt;br /&gt;...de priorizar a liderança profissional e esquecer o ministério pastoral;&lt;br /&gt;...de me tornar um ativista congregacional e deixar morrer a minha vida devocional;&lt;br /&gt;...de ser um leitor intelectual e não discernir o diferencial do emocional;&lt;br /&gt;...de ser seduzido pelo trivial e deixar de ser amante do ideal;&lt;br /&gt;...de ser um pai formal e deixar de viver o amor paternal;&lt;br /&gt;...de viver um relacionamento unilateral, anulando assim, a comunhão fraternal;&lt;br /&gt;...de cultuar um ser impessoal, pensando ser o Deus universal.&lt;br /&gt;Mas... , meu medo é sufocado e lançado fora pelo perfeito amor; então... , &lt;strong&gt;perco o medo de deixar de ser o que sou.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Tenho coragem...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-8086815909775619441?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/8086815909775619441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/01/tenho-medo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8086815909775619441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8086815909775619441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/01/tenho-medo.html' title=''/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-7898127787139350072</id><published>2009-01-29T18:21:00.000-08:00</published><updated>2009-01-29T18:28:46.184-08:00</updated><title type='text'>A CRISE IGNORADA</title><content type='html'>A CRISE IGNORADA&lt;br /&gt;“Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra” (Jr.5:30).&lt;br /&gt;O mundo todo está sendo abalado por causa da crise econômica; já se houve pelos meios de comunicação que esta é a pior crise financeira que já aconteceu.&lt;br /&gt;A crise econômica que atingiu as bolsas de valores de todos os países é comentário mundial, no entanto, esta não é verdadeiramente a pior crise.&lt;br /&gt;Existe uma crise real em que a humanidade esta inserida e já faz muito tempo. Esta crise não é noticias de jornais, não tem sido motivo de alardes ou de pronunciamentos de presidentes, mas ela é real porque a palavra de Deus afirma que o mundo jaz no maligno (I Jo.5:19).&lt;br /&gt;A pior crise é aquela que não se percebe, que não é motivo de preocupação e nem de desespero, no entanto é a crise que envolve o mundo todo e que gera todas as outras crises (é a mãe das crises).&lt;br /&gt;A pergunta que mais foi feita na rede mundial de computadores, de acordo com o relatório elaborado pelo Google em 2007 foi: Quem é Deus?&lt;br /&gt;Na internet, artigos sobre a crise econômica aparecem em sétimo lugar, porque as pessoas buscam uma resposta em Deus para suas crises pessoais.&lt;br /&gt;A pior crise surgiu desde o começo da criação e é caracterizada como: Rebelião, quebra de relacionamento do homem com Deus, produzindo o domínio maligno no mundo.&lt;br /&gt;Essa crise produz cegueira e ignorância em relação a Deus; ao seu propósito para nós; e ao evangelho (II Co.4:3,4).&lt;br /&gt;A crise da rebelião leva as pessoas a pensarem que podem viver sem depender de Deus e com isso elas se colocam debaixo do domínio de satanás e passam a ver como ele vê (Gn.3:7).&lt;br /&gt;A bíblia fala de crises que pessoas e nações passaram como conseqüência da crise maior: Sodoma e Gomorra, a história do rei Saul, a matança de crianças na época do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;As crises são conseqüências das ações e decisões das pessoas; a solução das crises vem de Deus.&lt;br /&gt;Aqui na terra sempre existirá crises, e assim sendo, a questão é como vencê-las.&lt;br /&gt;Como nos comportamos em tempo de crise? Buscamos resposta e solução em Deus ou em nos mesmos? (Jr.33:3).&lt;br /&gt;A crise é um momento que leva: À destruição total ou a grandes oportunidades de transformação e de mudança de vida.&lt;br /&gt;Vencer um momento de crise exige:&lt;br /&gt;Ø Reconhecimento de que a solução começa com a nossa transformação, quando admitimos que em nós reside o pecado (O filho pródigo; Davi quando adulterou)&lt;br /&gt;Ø Discernimento de que há uma ação maligna por detrás de toda crise, que o inimigo milita contra nós e contra Deus (Ef.6:12).&lt;br /&gt;Ø Discernimento do real estado da humanidade (Ro.1:18 – 32)&lt;br /&gt;A crise ignorada faz o anormal prevalecer sobre o normal; a desordem prevalecer sobre a ordem; o descontrole anular o controle; a precipitação prevalecer sobre a coerência.&lt;br /&gt;A crise ignorada faz com que o controle da situação fuja das nossas mãos e aí o nosso estado de espírito é sufocado pelo desespero e somos levados a pensar que estamos em um beco sem saída.&lt;br /&gt;Ø Reconhecimento de que a solução está em Deus, porque antes da fundação do mundo, Ele tomou as providências necessárias para vencermos a maior crise da humanidade: Por meio de seu filho Jesus Cristo somos reconciliados com Deus e feitos filhos a fim de sermos para o louvor de sua glória (Ef.1:4 – 14).&lt;br /&gt;Ø Admitir o nosso estado de separação de Deus, arrepender e entregar nossa vida e situação em que estamos vivendo nas mãos de Jesus, deixando que Ele tenha controle total sobre nós (Ex: A transformação de Davi, de Zaqueu e da mulher Samaritana).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-7898127787139350072?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/7898127787139350072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/01/crise-ignorada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7898127787139350072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/7898127787139350072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/01/crise-ignorada.html' title='A CRISE IGNORADA'/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-8167821691966275010</id><published>2009-01-27T22:25:00.000-08:00</published><updated>2009-01-27T22:25:01.628-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>APRENDI&lt;br /&gt;Aprendi com o tempo, com o tempo aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com a vida, na vida aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com as dificuldades, nas dificuldades aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi antes do dia, no dia a dia aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi ouvindo história, fazendo história aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi lendo, relendo aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com as contradições, com os contraditórios aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com a minha dor, com a dor do outro aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com jeito, de qualquer jeito aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com a idade, com a maior idade aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com os outros, pelos outros aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com o tradicional, com o pentecostal aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com o natural, com o sobrenatural aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com o santo, com o profano aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com fidelidade, com a infidelidade aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com agitação, na contemplação aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com limite, sem limite aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi errando, acertando aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi com a Vida, com o Autor da vida aprendi.&lt;br /&gt;Aprendi que precisava aprender, me tornei um aprendiz.&lt;br /&gt;Aprendi&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-8167821691966275010?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/8167821691966275010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/01/aprendi-aprendi-com-o-tempo-com-o-tempo_27.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8167821691966275010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/8167821691966275010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/01/aprendi-aprendi-com-o-tempo-com-o-tempo_27.html' title=''/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6937928104939668641.post-6097367447875721167</id><published>2009-01-26T14:55:00.000-08:00</published><updated>2009-01-26T16:13:06.068-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;UMA BOA CONVERSA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma &lt;font face=""&gt;boa conversa acontece quando as pessoas não marcam encontro, mas se encontram.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando não se determina assunto, mas as palavras saem naturalmente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando se está à vontade, livre de formalidades, imposições, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;legalismo&lt;/span&gt;, censura, comparações e conceitos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;pré&lt;/span&gt;-estabelecidos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando os títulos e posições sociais são esquecidos, e as pessoas se relacionam pelo que são e não pelo que possuem.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando a vontade de sorrir e brincar juntos está acima do ensinar, do transmitir conhecimento e informações.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando a presença do outro é mais importante do que ele tem para dizer. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando se está livre para ser o que realmente si é na presença do outro.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando podemos relaxar nos braços da simplicidade, da transparência, da sinceridade, da liberdade de expressão e principalmente da liberdade de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;expor&lt;/span&gt; o que vem da essência da nossa alma.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando não se tem respostas formatadas para as dúvidas e perguntas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma boa conversa acontece quando se tem o prazer de apenas está junto, mesmo que não se tenha nada para compartilhar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6937928104939668641-6097367447875721167?l=antonioglaber.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antonioglaber.blogspot.com/feeds/6097367447875721167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/01/uma-boa-conversa-uma-boa-conversa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6097367447875721167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6937928104939668641/posts/default/6097367447875721167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antonioglaber.blogspot.com/2009/01/uma-boa-conversa-uma-boa-conversa.html' title=''/><author><name>Antonio Glaber Leitão de Sousa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12922895901194463181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' 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